Pastor Luciano Estevam. Foto: Reprodução
O pastor Luciano Estevam anunciou, no último dia 13 de julho, que está deixando a liderança da Primeira Igreja Batista em Aracruz (Pibara), no Norte do Espírito Santo, após mais de 24 anos à frente da congregação. O motivo, segundo ele, é o tratamento de um quadro grave de depressão.
O comunicado foi feito durante um culto. Em nota, Estevam explicou que a doença trouxe danos físicos e emocionais e que, diante do processo de recuperação, considerou necessário se afastar do ministério pastoral.
“Tenho 42 anos de ministério pastoral e, nesses 42 anos, 24 anos e sete meses na PIBARA. A depressão foi diagnosticada ao final do ano passado e isso vem atrapalhando muito meus sentimentos. Sendo assim, enquanto eu estiver com a doença, não vou arriscar continuar com o ministério de qualquer igreja para não causar prejuízo ao reino de Deus”, informou o pastor.
A ONG “Minha Criança Trans” entrou com um processo judicial contra o deputado federal Pastor Eurico (PL-PE) após declarações feitas pelo parlamentar durante uma sessão da Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família, em 5 de junho de 2024.
O caso ganhou repercussão porque envolve o debate sobre a presença de crianças e adolescentes trans na Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo e coloca em evidência os embates políticos em torno dos direitos da população LGBTQIA+.
Na ocasião, a comissão discutia uma moção de repúdio emitida pela Assembleia Legislativa do Mato Grosso do Sul contra a ONG. Durante sua fala, Pastor Eurico levou ao plenário um homem chamado Helder Oliveira, que relatou ter desistido da transexualidade após sua conversão religiosa.
Ao defender esse testemunho, o deputado afirmou que a ideia de que pessoas nascem e permanecem LGBT ao longo da vida seria, segundo suas palavras, “mentira do cão e tratativa do inferno”. O parlamentar acrescentou que “menino nasce menino, menina nasce menina, homem nasce homem, mulher nasce mulher”, além de negar a existência de crianças trans.
Para a ONG Minha Criança Trans, as declarações do deputado configuram discurso transfóbico e homofóbico, uma vez que negam a identidade de pessoas trans e associam a diversidade sexual a uma “cura gay”.
Em resposta, Pastor Eurico usou suas redes sociais para confirmar que está sendo processado e reafirmou sua posição. Segundo ele, o processo teria sido motivado pelo fato de ter defendido que crianças não devem ser expostas a conteúdos impróprios em paradas gays.
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Os disparos foram registrados em um apartamento do complexo residencial estudantil Hugine Suites, localizado dentro do campus.
Tanto o autor como a vítima fatal, segundo informações à PCPE, possuíam um histórico profissional marcado por desentendimentos.
Exu um dos fundamentais orixás no Candomblé e na cultura Iorubá, e o momento foi referenciado à abertura de caminhos nas religiões de matriz africana.
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