Durante as apurações, os investigadores também identificaram que a suspeita teria agredido violentamente uma das filhas, uma adolescente grávida, que perdeu o bebê.
Luzes do carro de polícia. Foto: Reprodução
Uma mulher foi presa na sexta-feira, 24 de outubro, em Solânea, município no Agreste da Paraíba, suspeita de explorar os próprios filhos, obrigando-os a furtar e pedir dinheiro nas ruas, segundo informações da Polícia Civil da Paraíba (PCPB). A investigação foi conduzida pela 21ª Delegacia Seccional e revelou um contexto de violência doméstica, negligência e exploração infantil.
De acordo com a polícia, a mulher, que seria dependente química, forçava as crianças a cometer furtos e pedir esmolas para financiar o consumo de drogas. Quando desobedeciam, os filhos eram submetidos a agressões físicas e psicológicas.
Durante as apurações, os investigadores também identificaram que a suspeita teria agredido violentamente uma das filhas, uma adolescente grávida, que perdeu o bebê em decorrência das agressões. Há ainda indícios de que a mulher tenha oferecido uma das filhas menores a um homem em troca de dinheiro.
A prisão preventiva foi decretada pela Justiça de Solânea após a análise das provas apresentadas pela Polícia Civil. No cumprimento do mandado, os agentes encontraram as crianças em condições precárias, expostas a situações de violência, abandono e tráfico de drogas.
Os menores foram resgatados e encaminhados a uma instituição de acolhimento do município, com apoio do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS). Segundo o delegado responsável, as crianças estão agora sob os cuidados do irmão mais velho, que tenta obter a guarda provisória.
A mãe e o padrasto de uma menina de 5 anos foram presos na tarde da terça-feira, 14 de outubro, após confessarem ter matado e enterrado o corpo da criança no quintal da casa deles, em Itapetininga, no interior de São Paulo.
De acordo com a Polícia Civil, a menina Maria Clara Aguirre Lisboa teve o desaparecimento comunicado pelo pai biológico ao Conselho Tutelar. Durante a investigação do caso pela polícia, surgiu a suspeita de que ela poderia ter sido morta.
"Ao serem interrogados, (a mãe e o padrasto) passaram a dar informações conflitantes. Em dado momento, a genitora decidiu colaborar dizendo que a criança estava morta. A partir daí, o padrasto, sabendo que a mãe tinha confessado, levou a polícia ao local onde o corpo estava", afirmou o delegado responsável pelo caso, Franco Augusto.
Luiza Aguirre Barbosa da Silva, de 25 anos, e Rodrigo Ribeiro Machado, de 23 anos, foram presos temporariamente e vão responder pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
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Segundo relatos das vítimas, o problema teve início quando o elevador parou no 9º andar. Ao tentar subir para o 11º, o equipamento teria perdido força.
Pela força do impacto, as cabines dos veículos ficaram destruídas e parte da carga ficou espalhada pela rodovia. A PRF esteve no local.
Contra o suspeito havia sete mandados de prisão por homicídio. A mulher tinha um mandado em aberto. Ambos também são investigados por tráfico de drogas e extorsão.
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