Jovem que foi morto e agressor. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
Um homem de nome Victor Hugo Aparecido Pereira Giles, 25 anos, foi morto a facadas na madrugada do último domingo, 12 de outubro, no município de Bebedouro, em São Paulo, ao tentar defender uma mulher vítima de agressão. Segundo o boletim de ocorrência, o jovem foi atacado por André Luis Cardoso, marido da mulher, identificada como Natália, que era agredida com golpes de capacete na Rua Antônio Talarico, no bairro Vila Santa Terezinha.
De acordo com a polícia, Victor estava em um carro com a namorada e dois amigos quando ouviram os gritos de socorro da mulher. O grupo decidiu parar o veículo e intervir. Ao perceber a aproximação, André correu para dentro de uma casa, e Victor o seguiu, acompanhado dos amigos. Dentro da residência, o agressor esfaqueou Victor, que chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.
Um dos amigos da vítima também foi ferido com uma facada na mão e segue internado em observação na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Bebedouro. Já Natália recebeu atendimento médico e teve alta hospitalar.
Victor Hugo foi sepultado na segunda (13) e deixa dois filhos. O suspeito, André Luis, fugiu após o crime e é considerado foragido.
O delegado Maurício Vieira Silva, responsável pelo caso, afirmou que a vítima e o agressor não se conheciam e que o crime ocorreu por acaso:
“Foi um acaso, porque eles não se conheciam. Eles passavam pelo local, saindo de uma festa, e viram a mulher sendo agredida pedindo socorro. Qual a atitude o cara vai fazer? Ele para para ajudar. Ele [Victor] estava com amigo e foi socorrer. Daí aconteceu a tragédia. Ele tentou segurar a pessoa para a polícia prender.”
A Polícia Civil de São Paulo (PCSP) segue em busca do suspeito, e o caso está sendo investigado como homicídio, violência doméstica e lesão corporal.
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12:49, 13 Fev
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Os disparos foram registrados em um apartamento do complexo residencial estudantil Hugine Suites, localizado dentro do campus.
Tanto o autor como a vítima fatal, segundo informações à PCPE, possuíam um histórico profissional marcado por desentendimentos.
Exu um dos fundamentais orixás no Candomblé e na cultura Iorubá, e o momento foi referenciado à abertura de caminhos nas religiões de matriz africana.
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