Pousada em Maragogi onde ocorreu a tragédia. Foto: Reprodução
O Instituto Médico Legal de Maceió (IML) apontou nesta terça-feira, 6 de janeiro, que a morte da mulher de 39 anos e do filho dela, de 11, na piscina de uma pousada em Maragogi, no Alagoas, foi causada por choque elétrico. As vítimas chegaram a ser socorridas, mas acabaram falecendo.
O laudo do IML apontou que a causa da morte foi a exposição acidental a descarga elétrica. Segundo o órgão, os exames cadavéricos apontaram sinais claros da passagem de corrente elétrica pelos corpos das vítimas e descartaram afogamento. Os corpos da família, que era de São Paulo, já foram liberados para sepultamento.
A Almaré Pousada Exclusiva publicou uma nota nesta segunda-feira, 5, informando que "as circunstâncias do ocorrido estão sendo apuradas pelos órgãos responsáveis, aos quais a pousada presta total colaboração". Questionada sobre o laudo do IML, a pousada não retornou.
Os dois foram encontrados na piscina da pousada pelo companheiro da mulher no último domingo, 4. Segundo relato do companheiro da mulher à Polícia Civil alagoana, ao chegar no quarto, eles perceberam que havia um problema no chuveiro elétrico. Enquanto ele foi conversar com a administração da pousada para resolver o problema, a mulher e a criança foram para a piscina.
Após perceber a ausência dos dois, o homem foi até a piscina e encontrou os dois submersos no fundo da piscina. Ele contou ter tentado realizar manobras de reanimação com ajuda de outros hóspedes, sem sucesso, e que os dois não sabiam nadar bem.
A Polícia Científica informou que os peritos retornariam à pousada na manhã desta terça-feira, 06, para exames na estrutura do local, e que também analisará imagens do sistema de videomonitoramento da piscina.
"O conjunto de provas técnicas do IML e do Instituto de Criminalística será consolidado em laudos e encaminhado à Polícia Civil, que conduz o inquérito para esclarecer as responsabilidades do incidente", afirmou o órgão em nota.
Estadão Conteúdo
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A decisão foi comunicada aos funcionários nesta terça-feira (4). Um vídeo que circula nas redes sociais registra o momento em que é comunicada uma reestruturação na unidade.
Durante a inspeção, os auditores identificaram uma série de problemas que, segundo o órgão, comprometiam as condições mínimas de dignidade, saúde, segurança e conforto exigidas pela legislação trabalhista
O registro foi feito pelo condutor de visitantes e agente ambiental Rogério Silva, que chegou cedo ao local e se deparou com dezenas de pequenos tubarões nas águas rasas.
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