Energia solar em casa explode no Brasil em 2025. Foto: Reprodução
A onda verde da energia solar invadiu o Brasil com força total em 2025. Gigantes como o Atacadão, do grupo Carrefour, anunciaram a instalação de painéis em dezenas de lojas, cortando até 50% dos gastos com eletricidade. Essa jogada ousada, que já cobre 25 unidades e planeja 25 novas por ano, acendeu o pavio para famílias comuns: será que painéis solares residenciais no telhado da casa são o futuro da economia doméstica?
Milhões de brasileiros enfrentam contas de luz altas, com tarifas que sobem ano a ano. A energia fotovoltaica surge como salvação, convertendo luz solar em eletricidade via células de silício nos painéis. O excedente vai para a rede da distribuidora, gerando créditos que zeram ou quase o boleto mensal. Mas dúvidas persistem: funciona mesmo em tempo ruim? E o preço?
O país já ostenta 18% da capacidade instalada de energia solar, com projeções de 6 milhões de sistemas fotovoltaicos até o fim do ano. Famílias que gastam R$ 500 mensais na luz veem a conta cair para R$ 70 ou menos, graças a reduções de até 80-95%. No Norte, como no Pará, lojas do Atacadão aceleram instalações por causa da COP30, provando que a tecnologia é viável em qualquer região.
Especialistas destacam a durabilidade: painéis solares duram 25-30 anos, com garantia de 80% de eficiência. Financiamentos facilitam o acesso, e o retorno vem em 4-8 anos, dependendo do consumo e tarifas locais. É um ciclo virtuoso de economia e sustentabilidade.
Imagine acordar com a certeza de que seu telhado está gerando renda indireta. Mas antes de sonhar alto, vamos aos mitos que travam decisões.
Muita gente jura que nuvens acabam com a geração solar. Na verdade, os painéis solares captam luz difusa e produzem 10-25% da capacidade normal mesmo em dias cinzentos. O segredo? Créditos da rede: sol forte de outros dias compensa o baixo rendimento noturno ou chuvoso.
Quem instala hoje ri das chuvas passageiras, colhendo economia o ano todo.
O papo de “instalação impagável” assusta, mas números de 2025 desmentem. Para casas pequenas (até 200 kWh/mês), espere R$ 10-14 mil; médias (400 kWh), R$ 18-24 mil; grandes, R$ 25-35 mil. Inclui tudo: painéis, inversor, projeto e mão de obra.
Preços despencaram, e linhas de crédito parcelam sem juros abusivos. Retorno? Uma família média recupera em 5 anos, com 20 anos de lucro puro pela frente. O Atacadão cortou custos de R$ 7 mi para R$ 3-4 mi por loja – residências seguem o mesmo caminho.
| Consumo Mensal | Potência (kWp) | Custo Médio (R$) | Economia Anual (R$) | Retorno (anos) |
|---|---|---|---|---|
| Até 200 kWh | 5-6 | 10.000-14.000 | 2.400-3.600 | 4-6 |
| 200-400 kWh | 7-9 | 18.000-24.000 | 4.800-7.200 | 4-7 |
| Acima 500 kWh | 10+ | 25.000+ | 8.400+ | 5-8 |
Esses valores variam por região, mas o payback é irresistível.
Esqueça a ideia de reparos caros e constantes. Limpeza bianual remove poeira, e os painéis solares resistem a granizo, vento e calor. Custo? Mínimo, bem abaixo do que se gasta em contas tradicionais.
Profissionais recomendam inspeções visuais, mas 90% dos sistemas rodam décadas sem drama. É tecnologia madura, testada em milhares de lares brasileiros.
Verdade absoluta: casa com energia solar vende ou aluga mais caro. Compradores adoram contas mínimas – taxa de iluminação pública é o único resquício. Estudos mostram alta de 5-10% no preço de venda.
No mercado imobiliário aquecido, é diferencial premium. Pense: zero luz na reforma ou revenda.
Obra demorada? Mito! Fixação no telhado leva 2-3 dias para residências padrão. Aprovações da distribuidora somam semanas, mas o sol brilha logo.
Empresas chaveiam o processo, homologando tudo. No Atacadão, novas lojas saem de fábrica solares.
A transição para energia solar não é moda, é necessidade. Com contas explodindo e planeta pedindo freio nas emissões, famílias inteligentes lideram a mudança. O Atacadão prova em escala: economia real, impacto zero. Seu lar pode ser o próximo case de sucesso, cortando custos e deixando legado verde para os filhos.
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