Túmulos em cemitério. Foto: Divulgação
Um coveiro e a esposa foram presos em flagrante após uma tentativa de homicídio contra uma mulher em Sanharó, no Agreste de Pernambuco, na última sexta-feira, 28 de novembro. A Polícia Civil investiga a possibilidade de que a vítima fosse utilizada em um ritual, hipótese levantada pelo delegado Walkis Pacheco, responsável pelo caso.
A mulher havia sido convidada pelo casal para consumir bebidas alcoólicas na residência onde eles moravam, situada nos fundos do cemitério municipal.
Durante o encontro, a vítima percebeu um comportamento estranho por parte dos suspeitos. Assustada, ela pulou o muro da casa e acabou caindo dentro do cemitério. Nesse momento, foi golpeada por uma paulada, agressão esposa do coveiro, e perdeu os sentidos.
Quando recuperou a consciência, relatou que estava dentro de uma cova. No local, segundo ela, havia uma caveira, galinhas mortas e velas acesas nas cores vermelha e preta.
A investigação aponta ainda que, em meio à ação, a esposa do coveiro atingiu a perna da mulher com uma picareta. A vítima começou a gritar por socorro, e o casal fugiu do local.
Um segurança do cemitério ouviu os gritos e resgatou a mulher, levando-a para atendimento médico.
O coveiro e a esposa foram autuados em flagrante na Delegacia de Sanharó. Conforme informou o delegado, os dois passaram por audiência de custódia e tiveram a prisão preventiva confirmada pela Justiça.
O pai e a madrasta de Emanuelly Lourenço Silva Souza, de três anos, foram presos na noite da última quinta-feira, 27, por suspeita de matar a criança, esquartejar o corpo e ocultar o cadáver na casa em que viviam no Parque Jandaia, em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo.
O corpo de Emanuelly foi encontrado após membros do Conselho Tutelar confrontarem o pai, Lucas Silva Souza, 29, devido a uma queixa de maus-tratos registrada contra ele pela mãe da menina. Lucas teria confessado o crime a eles. Emanuelly e um outro filho estavam sob cuidados do pai em razão de um tratamento médico que a mãe fazia.
Os conselheiros foram até a casa e encontraram apenas a madrasta, Manoela Cristina Cesar, 34, esposa de Souza. Questionada sobre a menina, ela teria aparentado nervosismo e dito que ela estava com a mãe, e que eles deveriam falar com o pai. O Estadão não conseguiu localizar a defesa de Lucas e Manoela até a publicação desta reportagem.
Os membros do conselho voltaram ao local à noite, e questionaram o pai sobre Emannuely. A resposta foi de que a garota estava com a mãe. Souza, então, teria sido convidado a ir até a sede do conselho, onde ele teria dado informações contraditórias e, posteriormente, teria confessado o crime. A polícia foi chamada.
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Condenado pelo homicídio, ex-goleiro cedeu uma entrevista a um podcast e falou sobre o caso. Ele também falou sobre o relacionamento com o filho.
Segundo equipes de patrulhamento, a dupla de turistas, pai e filho, perceberam o golpe depois de realizar o pagamento em uma máquina de cartão de crédito.
Os disparos foram registrados em um apartamento do complexo residencial estudantil Hugine Suites, localizado dentro do campus.
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