Operação da Compesa em Itacuruba. Foto: Compesa/Divulgação
A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) realizou na quarta-feira, 27 de agosto, uma operação em Itacuruba, no Sertão do Estado, que resultou na recuperação de 70% do volume de água necessário para abastecer o município. A ação contou com o apoio das polícias Civil e Militar.
Durante a fiscalização, foram identificadas e cortadas cinco ligações clandestinas, consideradas responsáveis por grande parte do déficit no abastecimento da cidade. Três pessoas foram presas em flagrante. Segundo a Compesa, esta foi a operação com maior percentual de recuperação de vazão já registrada pela companhia.
Os pontos irregulares estavam localizados na adutora que liga a captação à Estação de Tratamento de Água (ETA). Dois deles abasteciam imóveis, outros dois eram usados para irrigação e um servia para a piscicultura, com criatório de peixes em larga escala.
Com a retirada das ligações, a cidade registrou, já na quinta-feira (28), abastecimento contínuo, sem necessidade de rodízio. O volume recuperado equivale a sete litros por segundo, o que representa 605 caixas d’água de mil litros por dia, quantidade suficiente para atender quase 80% da população de Itacuruba.
A ação foi coordenada pela Gerência de Inteligência Patrimonial da Compesa, em parceria com a Unidade de Negócio local e a Gerência de Produção do Sertão.
A companhia ressaltou que o furto de água por meio de ligações clandestinas é crime previsto no Código Penal, enquadrado nos artigos 155 (furto) e 265 (atentado contra o funcionamento de serviço público), podendo resultar em penas de um a cinco anos de prisão, além de multa.
Foi lançada, em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, a pedra fundamental do Complexo Solar Colinas, empreendimento que vai transformar a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) em uma das maiores produtoras de energia solar do Estado.
Resultado da Parceria Público-Privada de autoprodução energética da Compesa junto às empresas Kroma Energia e Elétron Energy, o empreendimento tem investimento de R$ 268 milhões.
Com previsão de início de operação em maio de 2026, as Usinas Fotovoltaicas (UFVs) Colinas 1 e 2 terão capacidade instalada de 104,18 MWp (megawatt-pico), produzindo energia suficiente para garantir que, até o próximo ano, 70% do consumo da Compesa venha de fontes renováveis.
A pedra fundamental que simboliza a construção do empreendimento foi lançada na última sexta-feira (22) pela governadora Raquel Lyra.
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