No último domingo (05), o Clássico Choque-Rei foi alvo de grande polêmica. A Confederação Brasileira de Futebol entrou em contato com a FIFA para que fosse possível a liberação das conversas entre o árbitro de campo e de vídeo.
Áudios de Ramon Abatti Abel e VAR são divulgados. Fotos: Cesar Greco / Palmeiras e Divulgação / CBF
No último domingo, 05 de outubro, São Paulo e Palmeiras se enfrentaram pelo Campeonato Brasileiro da Série A. A partida terminou em vitória do Verdão, de virada, por 3 a 2. Porém, a partida virou alvo de polêmicas após a não marcação de pênalti a favor do Tricolor Paulista e a não expulsão de Andreas Pereira, do Palmeiras.
O São Paulo, através da sua equipe jurídica e presidente, entrou em contato com a Confederação Brasileira de Futebol para a liberação dos áudios do VAR. A CBF recebeu da FIFA o aval para liberar. Vale lembrar que, normalmente, os áudios não podem ser liberados em lances onde o árbitro não foi ao monitor.
Com o aval, a CBF liberou os áudios na manhã desta quinta-feira, 09 de outubro.
Confira o que foi dito:
No momento do lance, Ramon Abatti Abel diz : "Escorregou! Escorregou. Jogadores escorregam e os dois estão olhando para a bola"
Fala do VAR "Pela câmera 01, temos a imagem. A bola está saindo da área, o jogador do Palmeiras escorrega e é totalmente acidental (o contato). O contato é provocado totalmente pelo escorregão."
No fim da revisão, Ilbert diz "Ramon, é justamente isso que você narra, tá? O jogador do Palmeiras escorrega e esse contato com o atleta é acidental, a bola está saindo da área. Totalmente acidental. Ramon, ainda confirmo para você que a bola não está para nenhum dos dois atletas."
Em diálogo com o jogador do São Paulo, Ramon Abatti Abel fala "Abaixa a mão e respeita minha decisão. Não é falta dentro e nem fora."
No momento da não marcação da penalidade, a partida estava no segundo tempo com o placar de 2 a 0 para o São Paulo. Após isso, o Palmeiras, com méritos, consegue virar a partida com gols de Vitor Roque, Flaco e Sosa.
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Os disparos foram registrados em um apartamento do complexo residencial estudantil Hugine Suites, localizado dentro do campus.
Tanto o autor como a vítima fatal, segundo informações à PCPE, possuíam um histórico profissional marcado por desentendimentos.
Exu um dos fundamentais orixás no Candomblé e na cultura Iorubá, e o momento foi referenciado à abertura de caminhos nas religiões de matriz africana.
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