Um asteroide sobrevoou a Antártida e passou a uma distância de apenas 428 quilômetros da superfície Foto: Freepik
Um asteroide sobrevoou a Antártida e passou a uma distância de apenas 428 quilômetros da superfície da Terra, na última quarta-feira, dia 1º. A informação foi divulgada pela Agência Espacial Europeia (ESA) nesta segunda-feira, 6 de outubro.
De acordo com a ESA, essa altitude é semelhante à órbita da Estação Espacial Internacional (ISS), que varia de 370 a 460 quilômetros, e uma das mais próximas já registradas.
O objeto, chamado de 2025 TF, tem de um a três metros de diâmetro e, devido ao seu tamanho, não representa perigo significativo.
"Eles podem produzir bolas de fogo se atingirem a atmosfera terrestre e podem resultar na descoberta de pequenos meteoritos no solo", afirmou a ESA em um comunicado.
Ele foi observado pela primeira vez pelo Catalina Sky Survey, programa de monitoramento dos Estados Unidos gerenciado pela Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA).
Logo após a descoberta, os astrônomos do Escritório de Defesa Planetária da ESA também observaram o asteroide com o telescópio do Observatório Las Cumbres em Siding Spring, na Austrália.
"Rastrear um objeto em escala métrica na vasta escuridão do espaço em um momento em que sua localização ainda é incerta é um feito impressionante", disse a instituição. "Essa observação ajudou os astrônomos a determinar a distância e o tempo de aproximação fornecidos acima com tamanha precisão."
No vasto universo, pequenos corpos celestes orbitam o Sol e despertam curiosidade entre cientistas e entusiastas da astronomia: são os asteroides. Compostas principalmente por rochas e metais, essas estruturas variam em tamanho, desde minúsculos fragmentos até corpos com centenas de quilômetros de diâmetro. ,
Diferentemente dos planetas, os asteroides não têm atmosfera e apresentam superfícies irregulares, muitas vezes marcadas por crateras de impactos passados.
A maior parte dos asteroides encontra-se no chamado Cinturão de Asteroides, localizado entre as órbitas de Marte e Júpiter. Essa região funciona como uma espécie de fronteira natural, onde milhões de fragmentos permanecem em órbita sem se aglomerar em um planeta.
No entanto, alguns asteroides seguem trajetórias que podem aproximá-los da Terra, sendo monitorados constantemente por agências espaciais para avaliar possíveis riscos de colisão.
Além do perigo, os asteroides despertam interesse científico e econômico. Estudos sobre sua composição ajudam a compreender a formação do Sistema Solar, enquanto pesquisas recentes apontam para o potencial de exploração de minerais raros presentes em alguns desses corpos. Missões espaciais já foram lançadas para coletar amostras de asteroides, oferecendo informações valiosas sobre a história do cosmos.
Apesar de pequenas comparadas aos planetas, os asteroides exercem papel importante na ciência e na imaginação humana. Eles são lembranças móveis do passado do Sistema Solar, viajando silenciosamente pelo espaço e nos oferecendo oportunidades únicas de estudo e descoberta.
Da redação do Portal de Prefeitura com informações do Estadão Conteúdo.
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