Imagem de Sandrão Reprodução/Youtube
Sandra Regina Ruiz Gomes, conhecido como “Sandrão”, entrou com uma ação judicial contra a Amazon alegando que a série Tremembé teria causado danos profundos à sua vida pessoal e ao processo de ressocialização que vem cumprindo há anos. Na Justiça, ele pede R$ 3 milhões de indenização, além da retirada imediata da produção do catálogo da plataforma de streaming.
Segundo a ação, protocolada na 1ª Vara Cível de Mogi das Cruzes (SP), Sandrão afirma que a série Tremembé o retrata de forma distorcida ao sugerir que ele teria sido ex-namorado de Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga, duas das figuras criminais mais conhecidas do país. Para a defesa, essa associação teria extrapolado a liberdade artística e causado “graves prejuízos” à imagem do autor.
Condenado a 27 anos de prisão por envolvimento no sequestro que levou à morte de um adolescente de 14 anos, Sandrão está em liberdade condicional há uma década. A defesa argumenta que a série teria aumentado o estigma em torno de sua história, apresentando-o como figura central em crimes pelos quais sua participação teria sido considerada “secundária” pela própria Justiça.
Desde a estreia da série Tremembé, Sandrão afirma ter passado a sofrer constrangimentos, ameaças e hostilizações em locais públicos. A petição alega que a exposição indevida teria colocado sua integridade física em risco e dificultado sua reintegração social — um processo que, segundo sua defesa, vinha avançando sem grandes incidentes até então.
Além da indenização milionária, os advogados solicitaram uma tutela de urgência para que a série seja imediatamente suspensa, sob pena de multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento.
O processo seguirá agora para análise da Justiça paulista, que deverá avaliar se houve violação ao direito de imagem, extrapolação narrativa ou abuso da liberdade de expressão artística por parte da plataforma de streaming.
Enquanto isso, a polêmica reacende o debate sobre o limite entre ficção inspirada em casos reais e o impacto que esse tipo de produção pode gerar sobre pessoas já julgadas e em processo de ressocialização.
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Thales Machado atuava na Prefeitura de Itumbiara. Ele era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB). Após receber a notícia, o prefeito sofreu um infarto.
Thales Machado era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB), e escreveu, na noite da quarta-feira (11), uma carta aberta nas redes sociais.
As vendas de produtos eletrônicos eram feitas pela plataforma principal, mas os pagamentos eram redirecionados para empresas de fachada.
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