TV 3.0: estreia na Copa? Foto: Reprodução / Internet
A televisão brasileira atingiu um Marco Histórico nesta primeira semana de janeiro de 2026. Em primeiro lugar, o Ministério das Comunicações confirmou o desligamento das últimas transmissões analógicas no país, concluindo um processo de quase 20 anos. De fato, esse encerramento era o passo técnico que faltava para liberar totalmente as frequências que serão usadas pela TV 3.0, garantindo que a nova tecnologia possa estrear sem interferências.
O grande objetivo do governo e das emissoras agora é uma corrida contra o tempo para o mês de junho. Além disso, o planejamento oficial prevê que as primeiras transmissões comerciais do novo padrão, o DTV+, ocorram a tempo da Copa do Mundo. Nesse sentido, conforme informações da Agência Brasil, a ideia é que o torcedor já consiga experimentar funções como escolher o ângulo da câmera ou ver estatísticas em tempo real direto na tela da TV aberta durante os jogos da seleção.
Com a proximidade do lançamento, a discussão sobre os custos volta a ganhar força. Dessa forma, para quem não pretende comprar um televisor novo este ano, a solução será o uso de conversores. Conforme dados do portal TeleSíntese, a estimativa é que esses aparelhos cheguem ao mercado custando entre R$ 300 e R$ 400. O governo já estuda parcerias para garantir que a tecnologia seja acessível, focando na inclusão digital de quem depende exclusivamente do sinal gratuito.
A grande mudança que a TV 3.0 traz em dois mil e vinte e seis é a personalização total do conteúdo. Contudo, diferente da TV digital comum, o novo sistema funciona baseado em aplicativos. De acordo com a Revista Fapesp, isso permitirá que as emissoras ofereçam propagandas específicas para cada bairro ou região, além de permitir que o telespectador participe de enquetes e faça compras sem precisar de um segundo aparelho. É a televisão se tornando tão inteligente quanto um smartphone.
Para quem está preocupado com um novo "apagão", a transição será muito mais suave desta vez. Portanto, o que estamos vendo é a convivência dos dois sistemas: o digital atual (2.0) e o novo (3.0) funcionarão simultaneamente por muitos anos. De acordo com o Ministério das Comunicações, ninguém ficará sem sinal de TV em 2026. A TV 3.0 chega como um serviço adicional de luxo e interatividade que, aos poucos, se tornará o novo padrão nacional.
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