Apagão no Brasil. Foto: Reprodução/Redes Sociais
Um apagão deixou diversas regiões do Brasil sem energia elétrica na madrugada desta terça-feira, 14 de outubro. Em Pernambuco, aproximadamente 600 mil consumidores ficaram sem fornecimento entre 0h31 e 1h10, conforme informações da Neoenergia Pernambuco. O corte de energia afetou 19 subestações e interrompeu o serviço em 60 municípios localizados entre o litoral e o agreste do estado.
Segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), a causa da falha no Sistema Interligado Nacional (SIN), rede que integra usinas e linhas de transmissão em todo o país, foi um incêndio em um reator da Subestação de Bateias, situada na Região Metropolitana de Curitiba (PR).
O incidente comprometeu toda a infraestrutura de 500 quilovolts, ocasionando interrupções no fornecimento de energia em diversos estados, entre eles São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Amazonas, Goiás, Santa Catarina e o Distrito Federal.
O ministério informou que a recomposição das cargas ocorreu de maneira gradual e controlada. Já a Neoenergia destacou que aguarda um relatório detalhado do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) sobre o que provocou o apagão. A empresa também frisou que a origem do problema não está relacionada ao sistema elétrico pernambucano, mas a uma falha no sistema de transmissão nacional.
O deputado estadual Jarbas Filho (MDB) cobrou, no dia 30 de setembro, explicações e providências imediatas da Neoenergia Pernambuco diante das constantes interrupções no fornecimento de energia elétrica no município de Machados, no Agreste do Estado. Em discurso na tribuna da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), o parlamentar denunciou a situação recorrente e classificou o problema como “urgente e preocupante”, destacando os prejuízos causados à população e à economia local.
Segundo Jarbas Filho, as quedas de energia têm ocorrido quase diariamente e chegam a durar até seis horas por dia, afetando diretamente o cotidiano dos moradores e o funcionamento de serviços essenciais.
“Essas interrupções não trazem apenas transtornos domésticos, como alimentos estragados e aparelhos danificados. Elas também comprometem atendimentos nas dez unidades de saúde e as aulas nas doze escolas do município”, afirmou.
O deputado também chamou atenção para os impactos econômicos, sobretudo no setor produtivo. Machados é responsável, anualmente, pela produção de cerca de 330 milhões de ovos e 30 mil toneladas de banana, e depende de energia constante e estável para manter suas atividades.
“Estamos falando de empregos, renda e sustento de famílias que estão sendo colocados em risco por um serviço que deveria funcionar com regularidade e qualidade”, alertou.
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Thales Machado atuava na Prefeitura de Itumbiara. Ele era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB). Após receber a notícia, o prefeito sofreu um infarto.
Thales Machado era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB), e escreveu, na noite da quarta-feira (11), uma carta aberta nas redes sociais.
As vendas de produtos eletrônicos eram feitas pela plataforma principal, mas os pagamentos eram redirecionados para empresas de fachada.
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