Saída temporária permite que presos do semiaberto deixem o presídio por período determinado. Foto: Freepik
Quando surgimos na Terra, esse berço azul, banhado por mares e rios e coberto de florestas, uma mistura de paz e esperança, nunca imaginaríamos que o caos estava próximo.
Assim, a humanidade sonhou e buscou a evolução quando aprendeu a manusear as armas, navegar nos rios e voar no espaço sideral, dominar as florestas e habitar a Terra, deixando marcas concretas e objetivas.
Mas as lutas para dominar os animais de grande porte e a fuga dos fenômenos naturais, tais como incêndios, furacões, vulcões e tempestades, influenciaram a constituição física, biológica, na estrutura cerebral e psíquica do humano. Daí renasce uma nova espécie, essa distante de sentimentos e empatia, voltada para a sobrevivência.
Desde a primitividade, quando esse humano começou a se organizar em grupos para sobreviver ao caos, ele criou artifícios para dominar o próximo: desde armas, artimanhas e força bruta, até a tecnologia e, com o desenvolver dos séculos, as armas químicas.
Uma espécie de necrofilia. Chegamos ao século XXI, a “era das bigs”, que vai das finanças ao entretenimento, no sentido de escravizar a população.
A forma não importa, as fórmulas também não. A ideia é implantar desejos na mente dos grupos para vender smartphones, jogos, cursos, sexo, bebidas e remédios. E para isso dividiram o mundo em grupos ou gangues. O velho Al Capone é fichinha diante dos assaltos que fazem hoje com o aval sei lá de quem.
A velha maçã que a serpente deu ao casal Eva e Adão, que lascou a humanidade segundo relatos bíblicos, se transformou em contos da carochinha.
A delícia da nova maçã é saboreada nos lares pelos bebês, nas empresas pelos executivos e até nos asilos onde os velhinhos são alcançados.
A tecnologia dos iPads e dos computadores, dá prazer e tristeza, riqueza e falência aos usuários. Programadores alimentam máquinas para entregar a nova maçã inventada pela nova serpente.
Somos prisioneiros mentais. Estamos numa penitenciária e achamos que estamos livres. Pobre geração que não tem desejo, nem vida, é apenas zumbi que perambula em volta de um sistema criado pelas novas serpentes. São esses governantes, religiosos e empresários que já venderam as suas almas ao "Diabo".
Esse próprio diabo criado pelo sistema para amedrontar os humanos. A humanidade padece e vive numa roda que não consegue sair, corre, corre, mas apenas atrás dos problemas.
Estamos presos mentalmente e muitos buscam um messias para serem libertados, mas cada um pode sair dessa roda da morte. Final infeliz para essa geração.
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Os relatos históricos narram os comportamentos de reis, imperadores, presidentes, líderes religiosos e de facção criminosas.
"Estamos em plena decadência moral e intelectual, com uma ausência gritante de espiritualidade", escreveu o colunista.
" Esse episódio é um exemplo emblemático da silenciosa crise da saúde mental no país, que só é amplamente discutida após eventos trágicos", escreveu o colunista.
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