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Artigo: O Fantasma da Terceira Guerra Mundial e a Saúde Mental - Por Edinázio Vieira

"O caos atômico assombra o mundo; contudo, existe uma arma mais destrutiva que o átomo: a loucura humana", escreveu o colunista.

Ricardo Lélis

13 de janeiro de 2026 às 21:11   - Atualizado às 21:11

Policial Militar

Policial Militar (Foto: Reprodução/ Redes Sociais)

O mundo foi impactado com a Primeira Guerra Mundial (iniciada em 28 de julho de 1914 e terminada em 11 de novembro de 1918).

Os desastres dos tratados, a ganância pelos territórios alheios e o assassinato do Arquiduque Francisco Ferdinando selaram a tragédia.

O modelo da guerra foi o tradicional: exército, bala e força, resultando em cerca de 16 milhões de mortes e redesenho de mapas mundiais. 

Em 1939 (com início em 1º de setembro e término em 2 de setembro de 1945), surgiu o ditador do mundo Adolf Hitler, que invadia territórios e tentava anexar terras dos outros ao território alemão, então, veio o caos da Segunda Guerra Mundial.

Nessa época, além da força física, veio a bomba atômica e algumas tecnologias ainda primárias que foram utilizadas na guerra — o qual causou entre 70 e 85 milhões de vítimas, incluindo o Holocausto de 6 milhões de judeus. 

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Neste século XXI, todos esses sintomas ressurgem: invasões de territórios (como observado entre Rússia e Ucrânia), sequestros como os Estados Unidos contra Maduro e o surgimento de novos Hitlers, está tudo se montando.

Ocorre que a força física é apenas um disfarce; hoje, existem as armas químicas. Em 2019, o mundo inteiro foi impactado pelo COVID-19, que surgiu na China, e o vírus vitimou pessoas até no sertão de Pernambuco.

Exemplo vivo: em 2025, discursos inflamados de líderes nucleares como Kim Jong-un e ameaças iranianas elevaram os alertas globais da ONU a níveis recordes, mostrando delírios de grandeza que ecoam o comportamento de Hitler — prova de que a insanidade coletiva acelera o apocalipse.

Sob a presidência de Donald Trump, reeleito em 2024 e empossado em janeiro de 2025, provocações verbais intensas contra rivais como China e Irã — classificados como "ameaças existenciais" em discursos na ONU — alimentam tensões, ecoando retórica belicista de eras passadas. 

O caos atômico assombra o mundo; contudo, existe uma arma mais destrutiva que o átomo: a loucura humana. O mundo padece de transtornos, delírios, alucinações e desequilíbrios. Os poderosos do mundo têm "parafuso solto” no cérebro. Vivemos uma epidemia de sadismo, masoquismo, perversidade e narcisismo. Pasmem: remédio não cura. O que fazer para conter os loucos que são verdadeiros demônios? O que fazer para controlar os loucos? Estamos próximos do fim? Pois estamos aplaudindo malucos e rindo enquanto somos chicoteados. Estão todos loucos?

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