São João com chuva em Pernambuco. Foto: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), publicou nesta quinta-feira, 19 de junho, a tendência de precipitações para as regiões do Estado até o feriado de São João, na terça (24).
Sexta-feira (20)
Sábado (21)
Domingo (22)
Segunda (23)
Terça (24)
A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) informou no final da tarde desta quinta-feira, 19 de junho, que o canal de umidade previsto desde a quarta-feira, dia 18 de junho, deve continuar atuando em toda a faixa litorânea de Pernambuco.
Por isso, o aviso meteorológico será renovado até a sexta-feira, 20 de junho. As condições de risco estão maiores na parte sul, incluindo o sul da Região Metropolitana e toda a Mata Sul.
A previsão indica a continuidade de chuvas de moderada a forte na Mata Sul e Moderada (pontualmente forte) na Região Metropolitana do Recife.
Para o Agreste as chuvas devem ser moderadas em alguns municípios, enquanto que a Mata Norte deve ser de fraca a moderada.
No Sertão, chuvas de fraca a moderada de forma isolada.
A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) divulgou, às 7h27 desta quinta-feira, 19 de junho, os dados atualizados sobre os maiores acumulados de chuva no estado.
O levantamento considera as últimas 24 horas e mostra que a cidade de Barreiros, localizada na Zona da Mata Sul, teve o maior índice de precipitação, com 72,3 milímetros registrados no período. O município lidera o ranking entre as localidades mais afetadas pela chuva desde a manhã da quarta-feira (18).
Segundo a Apac, o volume é considerado elevado e exige atenção, principalmente em áreas de risco, como encostas e regiões com histórico de alagamentos.
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18:48, 13 Fev
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°c
Fonte: OpenWeather
Os índices elevados podem provocar aumento no nível de rios e canais, além de alagamentos em áreas mais vulneráveis.
De acordo com o comunicado, a atuação do Vórtice Ciclônico em Altos Níveis, em associação com a confluência dos ventos em baixos níveis é o responsável pela condição climática.
A atualização reforça a necessidade de atenção da população que vive nessas áreas, especialmente em locais com histórico de alagamentos.
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