Inmet: chuva na rua e pessoa com guarda-chuva. Foto: Divulgação
Devido aos volumes previstos e à continuidade das chuvas, a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) elevou nesta terça-feira, 12 de maio, o nível do aviso meteorológico.
De acordo com o órgão, a persistência do Distúrbio Ondulatório de Leste (DOL) sobre o litoral pernambucano favorece a ocorrência de pancadas de chuva com intensidade moderada a pontualmente forte, principalmente entre a noite desta terça (12), a madrugada e as primeiras horas da manhã da quarta-feira (13/05).
Segundo a agência, os maiores acumulados de precipitação devem ocorrer na Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata e Agreste.
A Apac informou, na manhã desta terça-feira, 12 de maio, os municípios que registraram os maiores volumes de chuva no estado nas últimas 24 horas. O
levantamento considera dados atualizados às 6h10 e mostra que cidades da Região Metropolitana do Recife concentraram os principais acumulados do período.
De acordo com os números divulgados, Paulista lidera o ranking com 46,7 milímetros de chuva registrados. O volume chama atenção porque supera os demais índices do estado no mesmo intervalo de tempo. Logo em seguida aparece Olinda, com 31,3 milímetros. Recife surge na terceira posição, com 21,5 milímetros acumulados.
O levantamento também aponta Igarassu entre os municípios com maior registro de precipitação, somando 15 milímetros. Jaboatão dos Guararapes completa a lista das cinco cidades com maiores acumulados, com 14 milímetros registrados nas últimas 24 horas.
Os dados fazem parte do monitoramento diário realizado pela Apac, que acompanha o comportamento das chuvas em todas as regiões de Pernambuco. A medição ajuda órgãos públicos e a população a entenderem como o volume de água se distribui pelo território e quais áreas exigem mais atenção ao longo do dia.
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19:15, 03 Out
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Fonte: OpenWeather
O clima deve alterar na Região Metropolitana do Recife (RMR), além das Matas Norte e Sul e no Agreste.
Descoberta começou em 2013, quando o trabalhador limpava o local; pesquisadores defendem a preservação dos vestígios encontrados na zona rural.
O cenário pode provocar impactos na agricultura, que pode dificultar a recuperação da umidade do solo e o avanço da semeadura da safra de verão.
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