Rio Pirangi, em Pernambuco, em inundação. Foto: DP/Arquivo. Arte: Portal de Prefeitura
Segundo o monitoramento hidrológico da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), os rios Jacuípe e Pirangi atingiram a cota de alerta, após as chuvas que atingiram as regiões do Estado no sábado, 28 de junho, e domingo (29). Ambos possuem possibilidade de inundação.
Municípios em Jacuípe:
Municípios em Pirangi:
Tanto a Apac quanto a Defesa Civil, permanecem vigiando a situação dos rios. Caso necessário, os avisos podem ser alterados.
No sábado, 28 de junho, a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) informou que quatro rios do estado atingiram o nível de cota de alerta, o que exige atenção especial da população ribeirinha e a adoção das medidas recomendadas pela Defesa Civil.
O sinal é gravíssimo, pois indica a possibilidade de transbordamento em regiões baixas.
O primeiro rio a atingir esse nível foi o Siriji, que corta o município de Vicência. A Defesa Civil local já avisa que a população de Vicência e da vizinha Aliança deve observar o nível das águas e, caso a condição apresente piora, acionar os órgãos responsáveis e estar pronta para uma retirada rápida de áreas de risco.
Em Jaboatão dos Guararapes, o Rio Duas Unas também alcançou a cota de alerta, deixando autoridades em estado de vigilância. Equipes técnicas monitoram a situação e recomendam que toda a população ouça os comunicados oficiais antes de tomar qualquer decisão sobre eventuais mudanças de comportamento ou retirada.
Já na Zona da Mata, o Rio Capibaribe Mirim, que passa por Itambé, também chegou ao nível crítico de alerta. Esse fato obriga as prefeituras de Itambé e Goiana a manter um esquema de plantão com equipes prontas para agir caso o rio volte a subir. Proximidade com áreas residenciais torna a situação ainda mais delicada, exigindo comunicação constante com os moradores e acompanhamento em tempo real.
Na mesma região, o Rio Tracunhaém, em Nazaré da Mata, atingiu o nível de alerta às margens do rio. Por isso, as autoridades estendem a recomendação à população de Nazaré, de Itaquitinga e também de Goiana. Caso o cenário evolua e o nível das águas continue a subir, essas cinco cidades precisarão acelerar os preparativos preventivos, como a construção de barreiras improvisadas e a definição de rotas de fuga para áreas seguras.
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Fonte: OpenWeather
O fenômeno é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial.
O órgão alertou ainda para a ocorrência de microexplosões nas áreas de tempo severo, geradas por fortes correntes de ar descendentes dentro das nuvens que atingem a superfície com intensidade.
Nas imagens que circulam nas rede sociais, uma coluna de poeira aparece girando e se deslocando por uma área aberta no município de Felipe Guerra, no Oeste do estado.
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