Chuva no Recife Foto: Bruno Vila Nova/Arquivo Pessoal
A previsão da Apac indica pancadas de chuva com intensidade moderada (pontualmente forte) no período da noite desta segunda-feira, 3 de agosto e na manhã desta terça-feira (4), nas seguintes regiões:
De acordo com o órgão, a confluência dos ventos em baixos níveis favorece essa ocorrência e que a população deve seguir as orientações da Defesa Civil.
A atuação do fenômeno El Niño voltou a acender um alerta para o setor sucroenergético de Pernambuco. A expectativa de chuvas abaixo da média e de forma irregular entre agosto e setembro pode comprometer o desenvolvimento dos canaviais e reduzir a produtividade da safra no estado.
A preocupação ocorre em um período considerado decisivo para a cultura da cana-de-açúcar, uma das principais atividades do agronegócio pernambucano, responsável pela geração de empregos, renda e movimentação da economia em diversas regiões.
De acordo com projeções divulgadas pela Associação dos Produtores de Cana-de-Açúcar de Pernambuco, o regime de chuvas deverá apresentar irregularidades nos próximos meses em razão da influência do El Niño.
O fenômeno climático, provocado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico, costuma alterar o padrão de precipitações em várias regiões do país. No Nordeste, um dos efeitos mais comuns é a redução das chuvas, aumentando o risco de períodos de estiagem.
A diminuição das precipitações compromete a umidade do solo e favorece o chamado estresse hídrico, condição que dificulta o crescimento das plantas e pode reduzir o rendimento das lavouras.
Caso o cenário se confirme, produtores poderão intensificar o uso da irrigação e adotar estratégias para minimizar os impactos da falta de água sobre os canaviais.
A cana-de-açúcar tem papel estratégico na economia de Pernambuco, abastecendo a indústria sucroenergética e contribuindo para a geração de empregos diretos e indiretos.
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Fonte: OpenWeather
Apac prevê tempo seco até segunda-feira (24), enquanto o Inmet alerta para ressecamento das vias respiratórias e risco de incêndios.
Sistema se forma entre o Sul do país e o Uruguai e provoca temporais, rajadas de vento e avanço de uma massa de ar frio
A relação mostra que três dos cinco maiores registros ocorreram na Região Metropolitana. A capital ocupou a segunda colocação, com 86,8 milímetros.
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