Calor no Brasil Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Em 2024, a média das temperaturas ficou em 25,02°C, sendo 0,79°C acima da média histórica de 1991/2020, que é de 24,23°C, segundo estudo do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Já em 2023, a média anual foi de 24,92°C, 0,69°C acima da média histórica.
Após análise dos desvios de temperaturas médias anuais do Brasil desde 1961 a 2024, o Inmet verificou uma tendência de aumento estatisticamente significativo das temperaturas ao longo dos anos, que pode estar associada à mudança no clima em decorrência da elevação da temperatura global e mudanças ambientais locais.
De acordo com a versão provisória do Estado Global do Clima 2024, publicada pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), em 11 de novembro de 2024, a temperatura média da superfície global ficou 1,54°C acima da média histórica de 1850/1900, até setembro do ano passado.
Com este valor, o ano de 2024 tende a superar a temperatura média global de 2023, ano mais quente até então.
Por 16 meses consecutivos (junho de 2023 a setembro de 2024), a temperatura média global provavelmente excedeu qualquer registro anterior, de acordo com a análise consolidada dos conjuntos de dados da OMM.
Instituto Nacional de Meteorologia
O Ministério da Justiça e Segurança Pública publicou em agosto do ano passado, uma portaria que estabelece regras de acesso à água própria para consumo às empresas responsáveis pela produção de shows, festivais e quaisquer eventos de grandes proporções, especialmente expostos ao calor, em períodos de alta temperatura.
De acordo com o texto do documento publicado no Diário Oficial da União (DOU), o objetivo é proteger a saúde dos consumidores, nestes locais.
Entre as medidas determinadas estão a distribuição gratuita de água em pontos dispostos em regiões estratégicas do evento para facilitar o acesso pelos consumidores.
Em relação ao acesso à água, a portaria determina ainda que as produtoras de grandes eventos devem:
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10:33, 07 Mar
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Fonte: OpenWeather
Combinação de fenômenos oceânicos eleva risco de inundações em Pernambuco, Rio Grande do Norte e outros estados.
O fenômeno está associado a um ciclone extratropical, que se desloca em alto-mar, e a uma massa de ar polar de grande intensidade, pouco comum para março.
Segundo órgão, existe risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas nos locais.
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