Lula e Bolsonaro. Fotos: Marcelo Camargo/Agência Brasil e Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
O ex-presidente da República, Jair Bolsonaro, concedeu uma entrevista para a rádio AuriVerde Brasil na última sexta-feira, 27 de dezembro, e pediu para que o atual gestor federal, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) perdoasse os condenados pelo 8 de janeiro. De acordo com chefe anterior do executivo, os presos não tentaram dar nenhum golpe de Estado como foram acusados e condenados. (veja vídeo abaixo)
"Nós temos por volta de 100 pessoas condenadas de 14 a 17 anos de cadeia, estão em presídios federais no Brasil. A pena maior foi afastar dos seus filhos, o que mantém essas pessoas vivas é a vontade de voltar a abraçar seu filho", comentou Bolsonaro.
Jair também aproveitou para citar o indulto natalino, anunciado no último dia 23 de dezembro pelo petista, que beneficiou determinados grupos de detentos, menos os participantes dos atos golpistas do 8/1.
"Não botou ninguém do 8 de janeiro. Todo mundo sabe, a não ser umas poucas pessoas querem forçar a barra, que ninguém tentou dar um golpe. O próprio ministro da defesa disse: um golpe tem que ter um cabeça na frente, precisa ter as Forças Armadas, tem que ter algo a mais. Não é um cara lá aparecer no computador dele um plano tal, um plano tabajara, não tem como ir pra frente. É a mesma coisa que você escrever um livro de ficção, que golpe é esse? Vamos sequestrar e envenenar? Que loucura é essa, agora tem pessoas sofrendo… Perdoa esse pessoal Lula", disse.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reclamou na quinta-feira, 4 de julho, das críticas que recebeu por conta do seu veto ao projeto que trata da saída temporária de presos, a "saidinha". De acordo com o presidente, a decisão de barrar trechos do projeto foi por uma questão de princípio.
"Se a gente acredita que a família é a base da sociedade, e é o primeiro pilar da democracia, como eu, enquanto chefe de Estado, vou permitir que um cara que está preso por cometer um delito. Como eu posso deixar esse cidadão que não cometeu nenhum crime hediondo, que não cometeu um estupro, como eu posso impedir esse companheiro de ver a família", disse o presidente.
"Mas o pessoal derrubou o veto. Então, não tem saidinha, tem porque a Constituição garante", pontuou o presidente reclamando do debate de "um monte de discussão que não tem nada a ver".
Segundo Lula, no entanto, seu foco neste mandato é discutir "somente o principal".
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