Leonardo critica show de Madonna. Montagem: Portal de Prefeitura Leonardo critica show de Madonna. Montagem: Portal de Prefeitura
Leonardo criticou o show da Madonna, realizado no último sábado, 4 de maio, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O cantor classificou a apresentação como “voltado para o Satanás” e de "suruba".
“A gente não perde tempo com esse tipo de show. Aquilo lá não é show, é uma suruba. Aquilo lá, você faz em outro lugar, não é em show, não é em palco. Se tiver que fazer, faz na casa de suingue”, disse Leonardo em entrevista ao Conceito Sertanejo.
Veja o vídeo:
O deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), segundo vice-presidente da Câmara, emitiu Moção de Repúdio e realizou denúncias ao Ministério Público Federal e ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA), contra a cantora Madonna e demais artistas convidados por “atos imorais”.
O parlamentar acusou a artista de simular explicitamente atos sexuais com a cantora Anitta.
O ponto central da denúncia é a ausência de uma classificação etária apropriada para o evento, que segundo o deputado, resultou na exposição indevida de menores a conteúdo sexual.
Já o deputado federal Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) apresentou, em sessão plenária da Câmara dos Deputados realizada na quarta-feira, 8 de maio, um projeto de lei que proíbe a simulação de sexo em eventos públicos.
De acordo com o parlamentar, a “dona Madonna” surpreendeu a todos ao chegar “em seu palanque (e simular) práticas de sexo, masturbação, sexo anal estimulado, todo tipo de ‘molequeira’ e cachorrada”.
Com a Bíblia na mão, o deputado afirmou que não é possível proteger as crianças e adolescentes da erotização enquanto o país continuar “permitindo esses atos de nudez e sexo explícito como se o povo desta nação fosse todo envolvido com prostíbulo”.
Ao defender a proposta que estabelece “medidas para prevenir a exposição indevida a conteúdo sexualmente explícito em ambientes não apropriados”, o deputado alega que o texto tem como objetivo fazer a população brasileira ser respeitada.
Autor do texto, o parlamentar é conhecido por se dizer “ex-gay” e afirmar que a homossexualidade é um pecado tão grave quanto o assassinato.
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"Tocou na igreja, me chamou para a briga. Quando Lula debocha e ataca uma igreja evangélica, ele ataca todas, e eu vou provar para vocês", disse o pastor.
Emiliano Melo dos Santos, que tinha 98 anos na época do crime, foi condenado a 4 anos, 10 meses e 19 dias de prisão, em regime semiaberto.
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