Entre os itens listados pela operação estão uma cobertura no bairro Estreito, um BMW modelo 2023, um sítio em Canelinha e uma casa em construção em um condomínio de luxo.
PASTOR preso em operação que investiga desvio de recursos públicos acumula bens de LUXO Fotos: Divulgação
Uma operação deflagrada pela Polícia Civil nesta terça-feira, 3 de dezembro, intitulada "Pecados Capitais", levou à prisão preventiva do pastor Marcos André Pena Ramos e de um ex-servidor público de Florianópolis. Ambos são suspeitos de envolvimento em um esquema que teria desviado milhões de reais destinados a projetos sociais na capital de Santa catarina.
As investigações apontam que o pastor acumulou bens incompatíveis com sua renda declarada. Entre os itens listados pela operação estão uma cobertura no bairro Estreito, um BMW modelo 2023, um sítio em Canelinha e uma casa em construção em um condomínio de luxo em Biguaçu.
De acordo com a polícia, recursos que deveriam ser destinados ao Projeto Passarela da Cidadania, uma iniciativa voltada ao acolhimento de pessoas em situação de rua, foram utilizados para financiar a terraplanagem e a aquisição de materiais de construção para uma residência de luxo em Biguaçu. A operação cumpriu 21 mandados de busca e apreensão em Santa Catarina e Mato Grosso, ela também bloqueou bens que somam mais de R$ 3 milhões. Na residência do pastor, foram encontrados e apreendidos carros de luxo e valores em espécie.
As investigações indicam que o esquema criminoso envolvia o superfaturamento de contratos firmados com organizações sociais, permitindo o desvio de recursos públicos. De acordo com a Polícia Civil, o pastor Marcos André Pena Ramos teria utilizado parte dos valores desviados para sustentar um padrão de vida elevado e ocultar a origem ilícita do dinheiro.
Em nota, a Prefeitura de Florianópolis destacou que os desvios ocorreram em gestões anteriores e afirmou que auditorias internas já estavam em andamento para apurar irregularidades nos contratos. As organizações sociais citadas na operação declararam estar colaborando plenamente com as investigações.
"Até o momento, as informações que chegaram à prefeitura são de que a operação se trata de fatos ocorridos entre 2020 e 2022, antes da administração atual. Mesmo assim, é importante ressaltar que a atual gestão já havia aberto uma auditoria interna em relação à entidade que administra o restaurante popular, punindo-a, inclusive, determinando devolução de recursos", disse a Prefeitura de Florianópolis.
O caso segue em apuração, com as autoridades buscando identificar todos os envolvidos e recuperar os recursos desviados.
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