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Pablo Marçal é ovacionado por APOIADORES em ATO pró-impeachment do ministro Alexandre de Moraes

O candidato à prefeitura de São Paulo subiu nos ombros de apoiadores e foi recebido com gritpos de "já ganhou" na Avenida Paulista.

Fernanda Diniz

07 de setembro de 2024 às 19:19   - Atualizado às 19:48

Pablo Marçal em ato na Avenida Paulista.

Pablo Marçal em ato na Avenida Paulista. Foto: Arte/Portal de Prefeitura

Pablo Marçal (PRTB), candidato à prefeitura de São Pualo, participou do protesto realizado neste sábado, 7 de setembro, organizado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que visava pedir o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

O candidato subiu nos ombros de apoiadores e foi recebido com gritpos de "já ganhou" na Avenida Paulista. Sua chegada gerou agitação, com muitas pessoas tentando se aproximar. No entanto, Marçal não fez nenhum discurso.


O empresário desembarcou de helicóptero nas proximidades da Avenida Paulista, caminhou pela multidão, deu autógrafos a apoiadores e produziu conteúdo para suas redes sociais. 

Marçal estava em viagem a El Salvador e manteve suspense sobre sua participação no ato de 7 de setembro. Aliados temiam que se envolver em um ato pedindo o impeachment de Alexandre de Moraes poderia gerar um desgaste desnecessário para o candidato, que, junto ao PRTB, enfrenta questionamentos na Justiça. Recentemente, em sabatina ao UOL e à Folha de S.Paulo, o ex-coach afirmou que um confronto com o STF "destruiria" sua candidatura.

Bolsonaro no ato 


O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse que espera "que o Senado bote um freio em Alexandre de Moraes, esse ditador, que faz mais mal ao Brasil que o próprio Luís Inácio Lula da Silva". Ele falou em ato na Avenida Paulista convocado neste 7 de setembro por bolsonaristas para pedir o impeachment do magistrado.

Bolsonaro também defendeu a aprovação de anistia para os presos pelos atos golpistas do 8 de janeiro e sugeriu que sua inelegibilidade por oito anos, determinada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), seja revisada pelo Congresso. "Tenho certeza que essas duas acusações estapafúrdias, sem razão, sem materialidade, será mais cedo ou mais tarde conseguida por trabalho dentro do Congresso Nacional", disse o ex-presidente.

"Quem tem que escolher seus futuros chefes é o povo brasileiro, e não um ou outro ministro que temporariamente esteja à frente do TSE", complementou Bolsonaro.

Em discurso emocionado, ele também relembrou a facada que sofreu em 2018 e afirmou novamente que sua primeira eleição foi resultado de uma "falha no sistema" eleitoral. Bolsonaro atacou o ministro Alexandre de Moraes, acusando-o de conduzir as eleições de 2022 de maneira "parcial" e de "escolher seus alvos"

"Eles, para evitar que eu tivesse chance de voltar, decretaram a minha inelegibilidade. Uma das razões foi porque me reuni com embaixadores. Eu não me reuni com traficantes no Morro do Alemão, como o Lula fez. Esses inquéritos, que dali derivam outros, em cima de ditas petições, deram amplos poderes a Alexandre de Moraes, que escolheu seus alvos, incluindo meu filho Eduardo Bolsonaro. Isso foi ratificado nos áudios vazados na operação conhecida como Lava Toga", discursou Bolsonaro.

 

 

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