Como tirar a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). Foto: Divulgação
O novo documento de identidade dos brasileiros já está disponível em todos os estados e promete simplificar o sistema de registro no país. A Carteira de Identidade Nacional (CIN) traz mudanças importantes: agora, o número do CPF passa a ser o identificador único em substituição ao antigo número de RG, que variava entre estados.
O objetivo da mudança é acabar com a multiplicidade de cadastros e facilitar o acesso a serviços públicos e privados. Além disso, a CIN é considerada uma das identidades mais seguras do mundo, trazendo QR Code e mecanismos antifraude.
A substituição não é obrigatória de forma imediata. Os brasileiros têm até 2032 para realizar a troca com tranquilidade, conforme o cronograma definido pelo governo federal.
Durante esse período, o antigo RG permanece válido, mas gradualmente será substituído. Pessoas com mais de 60 anos podem optar por manter o documento atual, já que a validade é indeterminada.
O prazo de renovação do documento varia conforme a idade do cidadão:
Tanto a emissão da primeira via quanto as renovações são gratuitas, asseguradas pela Lei nº 7.116/1983.
Para emitir a nova Carteira de Identidade, o cidadão deve agendar atendimento em um posto de identificação estadual, como o Instituto de Identificação ou unidades do Poupatempo, dependendo da localidade.
São exigidos apenas os seguintes documentos:
Após a emissão, é possível acessar a versão digital da CIN diretamente no aplicativo Gov.br, dentro da seção Carteira de Documentos. Essa versão tem a mesma validade da física.
O novo formato traz benefícios importantes para o dia a dia:
Com isso, o documento se torna mais moderno, prático e compatível com o avanço da governança digital no país.
Segundo o Ministério da Gestão e Inovação, a nova Carteira Nacional de Identidade possui alto nível de segurança digital. O QR Code embutido no documento permite verificar se a carteira foi furtada ou extraviada, promovendo confiança no uso.
Além do design inovador, o novo formato favorece a inclusão: o documento permite o uso de nome social e elimina campos discriminatórios, reforçando o compromisso com os direitos civis e a acessibilidade.
Embora o prazo final seja 2032, especialistas recomendam que quem precisar atualizar documentos ou alterar dados já aproveite para emitir a nova versão. Isso evita filas no futuro e garante acesso ao formato digital que facilita a vida do cidadão conectado.
O processo é rápido, sem custo e totalmente integrado ao app Gov.br um passo importante rumo à digitalização dos serviços públicos brasileiros.
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