Mulher morre após inalar spray de pimenta em bloco de Carnaval Fotos: Reprodução / Internet
No domingo, 2 de fevereiro, Jéssica de Andrade Vieira, de 26 anos, morreu após inalar spray de pimenta durante um bloco de carnaval na cidade de Taquarana, interior de Alagoas. Segundo a família, a mulher sofria de problemas cardíacos.
As pessoas que estavam por perto viram quando Jéssica começou a se sentir mal assim que o spray foi lançado. Ela tossia e tinha dificuldade para respirar. Apesar de receber os primeiros socorros numa Unidade de Pronto Atendimento da cidade, o quadro de saúde da mulher se agravou, e ela não sobreviveu.
O spray de pimenta é um dispositivo simples, mas muito forte. Dentro dele, há um líquido pressurizado. Quando apertamos o botão no topo, o líquido é liberado rapidamente para o ambiente. Isso acontece porque a pressão dentro da lata é maior do que a do ar, o que faz o líquido sair com muita força.
O ingrediente principal do spray é a capsaicina, que vem das pimentas. Quando essa substância entra em contato com o corpo, ela ativa os nervos responsáveis por sentir dor e calor. No spray, a capsaicina é misturada com um óleo sintético, o que dificulta a remoção do produto depois de aplicado.
Quando o spray toca a pele, ele faz o corpo liberar substâncias que causam inchaço e vermelhidão, principalmente no rosto. Nos olhos, o efeito é mais forte, causando lacrimejamento e até cegueira temporária por até 30 minutos. O uso contínuo pode afetar a sensibilidade da córnea. No nariz e na boca, os efeitos variam, mas podem causar muita ardência por várias horas.
Além disso, se inalado, o spray pode afetar a respiração. Ele faz os brônquios se contraírem, o que dificulta a respiração e limita a capacidade pulmonar, tornando o uso do spray muito perigoso, dependendo da quantidade e do tempo de exposição.
Um homem de 32 anos morreu após ser baleado em uma parte do trajeto do Galo da Madruga após o término do desfile, no Recife. João Amâncio Neto sofreu vários disparos no fim da tarde de sábado, 1º de março, depois de um desentendimento.
Sendo assim, o crime aconteceu em meio à multidão que acompanhava o desfile do bloco, um dos maiores do Carnaval.
De acordo com a polícia, a confusão começou quando João Amâncio esbarrou acidentalmente em uma mulher. Portanto, o homem que a acompanhava não reagiu bem à situação e sacou uma arma. Sem dar chance de defesa à vítima, atirou diversas vezes e fugiu imediatamente. Pessoas próximas tentaram prestar os primeiros socorros, enquanto outros foliões entraram em pânico diante da violência.
O socorro foi feito pela Polícia Militar e a vítima foi encaminhada ao Hospital da Restauração (HR), no bairro do Derby. Mesmo com o atendimento médico de urgência, ele não resistiu aos ferimentos e morreu pouco depois de chegar à unidade.
Após os disparos, policiais militares que faziam a segurança do evento iniciaram buscas para tentar localizar o atirador. No entanto, ele conseguiu escapar antes da chegada das autoridades. Por fim, a Polícia Civil abriu investigação para identificar e capturar o responsável pelo crime. Câmeras de monitoramento instaladas na área podem ajudar na apuração.
Testemunhas prestaram depoimento para esclarecer os detalhes do assassinato. O corpo de João Amâncio foi levado ao Instituto de Medicina Legal (IML) do Recife, onde passará por exames periciais antes de ser liberado para a família.
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Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
Condenado pelo homicídio, ex-goleiro cedeu uma entrevista a um podcast e falou sobre o caso. Ele também falou sobre o relacionamento com o filho.
Segundo o ministério, foram distribuídas 138 milhões de camisinhas nos últimos três meses para reforçar o estoque do SUS durante o feriado.
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