Bolsonaro e médico responsável pelo ex-presidente. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) permanece com o quadro de saúde estável e segue realizando exames complementares. A informação foi divulgada na tarde desta sexta-feira, 11 de abril, por sua esposa, Michelle Bolsonaro, por meio de boletim médico. (veja vídeo abaixo)
Segundo o Hospital Rio Grande, localizado em Natal (RN), Bolsonaro deu entrada na unidade com “quadro de distensão abdominal e dor”. Ainda conforme o comunicado, ele apresenta parâmetros vitais estáveis, está recebendo hidratação e profilaxia antibacteriana.
"Está programada a realização de exames de imagem com contraste para melhor avaliação do quadro clínico", detalhou o boletim.
Após o uso de medicação, Bolsonaro já se encontra orientado e sem dor, de acordo com a equipe médica. Dependendo dos resultados dos exames, os profissionais ainda poderão discutir com a família a possibilidade de transferi-lo para outro centro de saúde.
Durante entrevista coletiva concedida por volta das 13h, o cirurgião Hélio Barreto e o diretor-geral do hospital, Luiz Roberto Fonseca, explicaram que o ex-presidente está em condições de ser transferido por UTI aérea, caso necessário.
Fonseca também confirmou que o hospital reservou um andar exclusivo para Bolsonaro, por questões de segurança.
"A prerrogativa do cargo impõe esse tipo de medida sem nenhum prejuízo ao funcionamento do hospital", afirmou o diretor.
Apesar da estabilidade, Bolsonaro segue internado sem previsão de alta. Fonseca esclareceu que o ex-presidente passou de uma situação de emergência para um quadro clínico mais controlado, descartando, por ora, a necessidade de cirurgia.
"Ele tem uma distensão abdominal, uma condição de semioclusão intestinal, está em avaliação imagiológica, está sendo feito exame de imagem. Para agora não há indicação de necessidade de intervenção cirúrgica de emergência. O quadro dele, após as medidas clínicas, a analgesia, passagem de sonda nasogástrica, melhorou a condição clínica dele, o que tira ele da condição de urgência", explicou.
O médico também destacou o foco no tratamento clínico:
“Agora a condição é clínica, manter em dieta zero, observar o comportamento de intestino, hidratar, devolver eletrólitos que são os íons, potássio, cálcio para um bom funcionamento do intestino e observação clínica. Ele não tem sinais clínicos que falem a favor de um abdômen agudo destrutivo ou um abdômen infeccioso que imponha a necessidade de intervenção cirúrgica no momento".
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