Lula e Putin Foto: Ricardo Stuckert/PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu neste sábado, 9 de agosto, uma ligação telefônica do presidente da Rússia, Vladmir Putin. A conversa durou cerca de 40 minutos.
Em nota, o Palácio do Planalto confirmou que Lula e Putin trataram dos esforços pela paz entre a Rússia e Ucrânia e compartilharam informações sobre discussões em curso com os Estados Unidos.
Durante a conversa, o presidente brasileiro reafirmou que o país sempre defendeu o diálogo para tratar do conflito.
“O presidente Lula enfatizou que o Brasil sempre apoiou o diálogo e a busca de uma solução pacífica e reafirmou que o seu governo está à disposição para contribuir com o que for necessário, inclusive no âmbito do Grupo de Amigos da Paz, lançado por iniciativa de Brasil e China”, informou o Planalto.
Os presidentes também trataram de assuntos bilaterais e do cenário político e econômico internacional.
“O presidente Putin parabenizou o Brasil pelos resultados da Cúpula do Brics, realizada nos dias 6 e 7 de julho, no Rio de Janeiro. Na esfera bilateral, reforçaram a intenção de organizar a próxima edição da Comissão de Alto Nível de Cooperação Brasil-Rússia ainda este ano”, informou o Planalto.
O presidente Lula (PT), se reuniu com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, em Moscou, em maio deste ano. O encontro aconteceu durante um jantar oferecido ao chefe do Executivo brasileiro, que estava acompanhado da primeira-dama Janja.
A reunião aconteceu um dia antes do desfile de 80 anos da vitória soviética contra a Alemanha Nazista, ocorrido no dia 9 de maio. Autoridades de 29 países foram convidados pelo governo russo.
O desfile foi realizado na Praça Vermelha, localizado na capital russa. Os chefes de Estado acompanharam a festividade em um tribunal especial montado em frente ao Mausoléu de Lenin.
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"O paciente encontra-se em condição clínica estável, com pressão arterial sob controle, em ar ambiente e em tratamento com antimicrobianos venosos", informou o boletim médico.
Moraes havia solicitado que os dois casos fossem levados conjuntamente ao plenário, sob o argumento de que a análise separada poderia gerar decisões contraditórias e tumulto processual.
Ele foi preso de setembro de 2025 pela Operação Zargun, que apurava, entre outros fatos, a atuação de uma organização criminosa envolvida com tráfico de armas, de drogas, além de corrupção.
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