Influenciador dono da Choquei. Foto: Reprodução
Desde a última sexta-feira, 17 de abril, o influenciador digital Raphael Sousa Oliveira, fundador da página Choquei, ocupa uma cela no Complexo Prisional Policial Penal Daniella Cruvinel, em Aparecida de Goiânia. Investigado por supostas transações ilegais que alcançam a cifra de R$ 1,6 bilhão, o empresário de 31 anos foi alocado no Núcleo Especial de Custódia, unidade destinada a casos que exigem segurança máxima.
De acordo com a Polícia Penal de Goiás, a rotina de Raphael segue rigorosamente as normas aplicadas a qualquer outro interno do sistema estadual. Sem regalias, o influenciador tem direito a:
Quatro refeições por dia (café da manhã, almoço, jantar e ceia).
Duas horas diárias de banho de sol.
Limite de até duas visitas por mês.
A defesa do empresário trabalha intensamente para reverter a prisão preventiva. O advogado Pedro Paulo Medeiros ingressou com um pedido de habeas corpus junto ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) no último sábado (18). A tese defensiva sustenta que a manutenção da custódia é "injustificável", alegando que o trabalho de publicidade do influenciador é lícito e que as investigações já colheram os elementos necessários, não havendo motivos para mantê-lo preso.
Anteriormente, uma tentativa de revogação da prisão já havia sido indeferida em primeira instância. Na ocasião, o magistrado argumentou que a continuidade da detenção é necessária para garantir que a apuração dos fatos avance com segurança e sem interferências externas.
Após a transferência para Aparecida de Goiânia e a negativa inicial da Justiça, a equipe jurídica, que conta também com o advogado Frederico Moreira, analisa a estratégia para novos recursos. Enquanto isso, o processo segue em fase de análise das movimentações bilionárias para determinar a origem dos recursos e a responsabilidade de Raphael no esquema investigado.
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Decisão da 17ª Vara Criminal do Recife também determinou indenização de R$ 100 mil à vítima; defesa pode recorrer.
De acordo com o Banco Central, a iniciativa integra a "agenda evolutiva do Pix" e os esforços de interligação do sistema brasileiro de pagamentos instantâneos com infraestruturas similares multilaterais e de outras jurisdições.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a suspensão durante os dias de votação tem como objetivo reduzir o risco de sobrecarga no sistema.
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