Em 1º de outubro, a aeronave presidencial transportando Lula, Janja, ministros e parlamentares ficou quase cinco horas sobrevoando a capital mexicana, Cidade do México.
Presidente Lula e primeira-dama Janja descem de avião presidencial na Cidade do México. Foto: PR/Divulgação
A primeira-dama da República, Rosângela da Silva, conhecida como Janja, cobrou maior responsabilidade em relação aos aviões utilizados pela Presidência. Em sua avaliação, foi uma "irresponsabilidade" transportar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva do México ao Brasil em uma aeronave com problemas.
"A gente acaba sendo irresponsável com a vida do presidente da República. Eu não estou falando do presidente Lula. Eu estou falando do presidente da República do Brasil", afirmou Janja em entrevista à CNN Brasil, transmitida nesta quarta-feira, 13.
"Então, a gente acaba sendo um pouco irresponsável com isso, entendeu? De colocar ele dentro de uma aeronave com esse tanto de problemas. Então, a gente precisa ter um pouquinho mais de responsabilidade com o cargo", acrescentou.
Em 1º de outubro, a aeronave presidencial transportando Lula, Janja, ministros e parlamentares ficou quase cinco horas sobrevoando a capital mexicana, Cidade do México, onde o petista participou da posse de Claudia Sheinbaum. O avião passou horas voando em círculos o espaço aéreo mexicano como forma de gastar combustível para fazer um pouso em segurança. A comitiva presidencial, então, retornou à Cidade do México para fazer a troca da aeronave e seguir para o Brasil.
O incidente causou grande irritação em Lula. Dentre as críticas feitas por ele, o chefe do Executivo reclamou da conectividade instável da aeronave em um momento como aquele. O episódio ainda resgatou o debate sobre compra de novo avião presidencial.
Estadão Conteúdo
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FAB e bombeiros realizam buscas pela aeronave, que segundo as informações divulgadas pelas equipes de resgate, saiu de Porto Belo e seguia para São Joaquim, em Santa Catarina.
O material foi encaminhado para análise de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Companhias terão 20 dias para apresentar explicações. Investigações envolvem indícios de preços elevados sem justa causa em sete estados.
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