Programa Gás do Povo. Foto: Ricardo Stuckert/PR
A atualização do Cadastro Único se tornou uma tarefa urgente para milhares de famílias que dependem de programas sociais. O aumento do custo de itens básicos, como o gás de cozinha, pressiona o orçamento doméstico e reforça a importância de manter todas as informações corretas no sistema.
Com o lançamento do Gás do Povo, anunciado pelo Governo Federal em 2025, a atualização deixou de ser apenas uma orientação e passou a ser obrigatória para quem deseja continuar recebendo as recargas gratuitas do botijão.
O governo começou a cruzar dados em tempo real com diferentes bases oficiais. Esse processo identifica imediatamente informações incompletas ou desatualizadas. Quem não comparece ao CRAS dentro do prazo corre risco de ter o benefício bloqueado ou cancelado.
Apesar disso, a manutenção do cadastro ocorre de forma simples. A família reúne os documentos necessários, vai ao CRAS e informa qualquer mudança ocorrida desde o último registro. Esse cuidado garante a continuidade do acesso aos programas sociais, incluindo o Gás do Povo.
O Cadastro Único identifica famílias de baixa renda em todo o país e serve como referência para diversas políticas públicas. O sistema reúne informações sobre renda, endereço, situação de trabalho, quantidade de moradores e demais dados que formam o perfil socioeconômico das famílias.
No Gás do Povo, o CadÚnico determina quem tem direito às recargas e quem permanece apto a recebê-las. O governo exige que o cadastro tenha sido atualizado nos últimos 24 meses. Quem não cumpre esse período ou apresenta inconsistências entra na lista de bloqueio automático.
A obrigatoriedade da atualização busca reduzir fraudes, melhorar a distribuição de recursos e garantir que o auxílio alcance quem realmente precisa. O sistema faz uma seleção automática com base nas informações cadastradas.
Várias situações exigem atualização: entrada ou saída de moradores, nascimentos, falecimentos, mudança de endereço, alteração de renda e mudanças relacionadas a trabalho.
A atualização ocorre presencialmente no CRAS da cidade. O atendimento costuma ser rápido quando a família apresenta todos os documentos. Durante o processo, o responsável familiar informa tudo que mudou desde o último registro.
O sistema registra essas informações e atualiza o cadastro no mesmo dia, na maioria dos casos. Após finalizar o procedimento, a família pode acompanhar o andamento pelo aplicativo, pelo site oficial ou diretamente no CRAS.
O sistema do Gás do Povo bloqueia automaticamente o benefício quando encontra dados vencidos. Em alguns casos, o beneficiário recebe um prazo para regularizar a situação. Se não comparecer, o auxílio pode ser suspenso e, mais adiante, cancelado. Essa atualização também interfere em outros programas, como o Bolsa Família, a Tarifa Social de Energia Elétrica e iniciativas estaduais e municipais que utilizam a base do CadÚnico.
O Gás do Povo oferece de quatro a seis recargas gratuitas de botijões de 13 kg ao ano, variando de acordo com o número de pessoas da residência.
Não há depósito em dinheiro e as revendas conveniadas não podem cobrar taxas adicionais, exceto quando o beneficiário não apresenta o vasilhame para troca.
A retirada da recarga acontece quando o beneficiário apresenta um documento de identificação ou cartão vinculado ao Bolsa Família. O sistema envia um código para o celular cadastrado e libera a retirada do botijão após a validação.
O programa calcula o valor da recarga segundo o custo regional, buscando reduzir desigualdades entre os estados e facilitar o acesso ao gás para famílias de baixa renda.
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