Recursos do Fundeb garantem financiamento da educação básica em estados e municípios de todo o país. Foto: Henderson Alves/SEED-PR/Portal de Prefeitura
O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação, o Fundeb, deve ultrapassar a marca de R$ 370 bilhões em 2026. A projeção ocorre após a publicação de uma portaria conjunta dos ministérios da Educação e da Fazenda, divulgada nesta quarta-feira (31), que autoriza um aumento de 8,54% nos recursos do fundo. O ato oficial estabelece os novos valores de referência que vão orientar o repasse de verbas para estados e municípios em todo o país ao longo do próximo ano.
O Fundeb atua como a principal fonte de financiamento da educação básica pública no Brasil. O fundo atende desde a educação infantil até o ensino médio e também contribui para a valorização dos profissionais da educação. A cada ano, o governo federal publica uma portaria com os parâmetros atualizados, que consideram a arrecadação de impostos e as regras de complementação da União previstas em lei.
Com o reajuste autorizado, o volume total de recursos do Fundeb alcança um novo patamar em 2026. O crescimento de 8,54% reflete a atualização das estimativas de receitas e segue os critérios legais que regem o funcionamento do fundo. O aumento impacta diretamente o planejamento financeiro das redes públicas de ensino, que utilizam os valores para custear salários, manutenção de escolas e ações pedagógicas.
Estados e municípios dependem do Fundeb para manter o funcionamento regular das unidades escolares. Em muitas localidades, o fundo responde pela maior parte do orçamento destinado à educação básica. A definição antecipada dos valores permite que gestores públicos organizem suas contas, planejem investimentos e garantam a continuidade de políticas educacionais já em andamento.
A portaria publicada pelos ministérios da Educação e da Fazenda também reforça a importância da atuação conjunta entre as áreas econômica e educacional do governo federal. A medida formaliza os cálculos e assegura transparência ao processo de definição dos recursos, o que contribui para o acompanhamento por parte dos órgãos de controle e da sociedade.
O Fundeb possui regras específicas para a distribuição dos recursos. Parte do montante é formada por receitas de estados e municípios, enquanto outra parcela vem da complementação da União. Esse modelo busca reduzir desigualdades regionais e garantir um valor mínimo por aluno ao ano, respeitando critérios técnicos definidos em lei.
Com o aumento autorizado, redes de ensino podem contar com maior previsibilidade orçamentária para 2026. O reajuste acompanha o crescimento da arrecadação e segue a dinâmica já conhecida do fundo, sem alterações nas regras de funcionamento. A medida não cria novos programas nem modifica a estrutura do Fundeb, apenas atualiza os valores conforme previsto na legislação.
A valorização dos profissionais da educação segue como um dos pilares do fundo. Os recursos do Fundeb financiam o pagamento de professores e outros trabalhadores da educação básica, respeitando os percentuais mínimos obrigatórios. Com um volume maior de recursos, gestores ganham mais margem para cumprir essas exigências legais.
O anúncio do novo valor ocorre em um momento em que o financiamento da educação pública permanece no centro do debate nacional. O Fundeb continua como instrumento essencial para garantir acesso à educação básica em todo o país, especialmente em municípios com menor capacidade de arrecadação própria.
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