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Faculdade expulsa 12 alunos de medicina por faixa com alusão ao estupro em evento universitário

Além das expulsões, a instituição aplicou sanções regimentais a outros 11 alunos, incluindo suspensões e outras medidas disciplinares.

Gabriel Alves

29 de abril de 2025 às 10:34   - Atualizado às 10:59

Alunos de faculdade em evento esportivo com faixa.

Alunos de faculdade em evento esportivo com faixa. Foto: Reprodução

A Faculdade Santa Marcelina decidiu expulsar 12 estudantes do curso de medicina que apareceram em uma foto ao lado de uma faixa com a frase “entra p****, escorre sangue”. O registro foi feito durante um evento esportivo universitário em março deste ano. A frase tem conotação sexual violenta e faz referência explícita a estupro.

Além das expulsões, a instituição aplicou sanções regimentais a outros 11 alunos, incluindo suspensões e outras medidas disciplinares. As punições foram anunciadas em nota oficial publicada no Instagram da faculdade na noite da segunda-feira, 28 de abril.

Segundo a nota, a decisão foi tomada em primeira instância após a abertura de sindicâncias no dia 21 de março. A investigação interna teve início devido aos acontecimentos registrados em 15 de março, envolvendo membros da Associação Atlética Acadêmica da instituição durante um torneio esportivo.

A faculdade também informou que a Associação Atlética Acadêmica permanece interditada por tempo indeterminado.

Investigação

Em paralelo às medidas internas, a Polícia Civil de São Paulo abriu um inquérito para investigar o episódio. A investigação começou ainda em março, logo após a divulgação das imagens. A autoridade policial identificou ao menos 24 estudantes presentes na foto com a faixa e iniciou a coleta de depoimentos.

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No dia 18 de março, a Polícia Civil confirmou a instauração do inquérito. A Faculdade Santa Marcelina informou, na época, que comunicou o caso ao Ministério Público de São Paulo para que as providências legais fossem tomadas.

Advogado acusado de estupro

O caso envolvendo o advogado Francisco Charles Garcia Júnior, acusado de estupro por sua ex-secretária Marcela Nascimento, ganhou novos desdobramentos. Marcela, de 34 anos, registrou um Boletim de Ocorrência no dia 7 de abril de 2025 na Delegacia Especializada em Crimes contra a Mulher (DECCM) em Manaus. Ela alega que os abusos ocorreram dentro do escritório de advocacia onde trabalhou por cerca de 11 meses.

Segundo Marcela, os episódios de abuso sexual ocorreram pelo menos três vezes. Em uma das ocasiões, ao entregar um copo de suco na sala do advogado, ela afirma ter encontrado Garcia nu, assistindo vídeos pornográficos.

Ele teria exigido que ela se ajoelhasse e a forçado a praticar sexo oral, ejaculado em seu rosto e ordenado que lavasse o rosto e parasse de chorar. Marcela relata que permaneceu na sala por cerca de 15 minutos até conseguir se recompor, temendo que outros funcionários percebessem o ocorrido

"Ele puxou meu braço de novo, ele machucou, ele tava nu, ele tava nu, e ele disse assim se ajoelha aqui, se ajoelha, e faz igual a minha esposa, faz igual a minha esposa. Ele queria que eu fizesse o sexo oral nele, ele abaixou a minha cabeça, ele empurrava várias vezes a minha cabeça, e todas as vezes eu chorava, todas as vezes que ele me machucou eu chorei", disse a ex-secretária.

A ex-secretária também afirmou que Garcia frequentemente confiscava seu celular para impedir que ela registrasse qualquer evidência dos abusos. Ela disse temer por sua vida, pois o advogado mantinha armas de fogo e substâncias suspeitas em sua sala. 

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