Explosão de granada caseira em ponto de ônibus deixa oito pessoas feridas Foto: Reprodução
Oito pessoas ficaram feridas após uma explosão atingir um ponto de ônibus na Ilha do Governador, na zona norte do Rio de Janeiro, na tarde de sexta-feira, 20 de março. O caso ocorreu no início da tarde e provocou correria entre quem estava na região.
Equipes do Corpo de Bombeiros foram deslocadas para o local logo após o acionamento, feito pouco depois das 13h. Entre os feridos, dois apresentaram quadro mais grave e precisaram ser levados ao Hospital Municipal Evandro Freire. Outras seis vítimas tiveram apenas ferimentos leves e receberam atendimento no Hospital Estadual Getúlio Vargas.
As primeiras informações das autoridades indicam que o artefato responsável pela explosão era de fabricação improvisada e estava dentro de uma mochila abandonada no ponto de ônibus. Após o incidente, agentes especializados fizeram uma varredura na área como medida preventiva, mas não localizaram novos materiais explosivos.
A área foi isolada para o trabalho das equipes de perícia e para garantir a segurança de moradores e passageiros. Fragmentos recolhidos no local serão analisados para auxiliar na identificação do tipo de explosivo utilizado.
O caso será investigado pela 37ª Delegacia de Polícia, que busca esclarecer a motivação do crime e identificar os envolvidos na ação.
A fabricação caseira de explosivos representa um risco extremo tanto para quem tenta produzi-los quanto para qualquer pessoa ao redor. Substâncias químicas instáveis, quando manipuladas sem conhecimento técnico e sem equipamentos adequados, podem reagir de forma imprevisível, causando explosões acidentais, incêndios e liberação de gases tóxicos.
Além do perigo imediato, esse tipo de prática pode resultar em ferimentos severos, como queimaduras, amputações e até mortes. Também há riscos para vizinhos e transeuntes, que podem ser atingidos mesmo sem qualquer envolvimento direto.
Outro ponto importante é que a fabricação de explosivos sem autorização é crime, sujeito a penalidades legais severas. Por isso, qualquer material potencialmente perigoso deve ser manipulado apenas por profissionais qualificados e em contextos controlados, como em atividades industriais ou operações autorizadas.
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