Deputada Erika Hilton (PSOL) e deputado Pastor Eurico (PL). Foto: Arte/Portal de Prefeitura
O Deputado Federal Pastor Eurico (PL-PE) comemorou, recentemente, em suas redes sociais, a vitória em um processo movido contra ele, relacionado a declarações feitas durante o lançamento da Frente Parlamentar em Favor da Vida e Contra o Aborto, ocorrido em abril deste ano. O parlamentar destacou que a ação foi motivada por questões ideológicas e negou que tenha atacado pessoalmente a deputada Erika Hilton (PSOL-SP), autora da ação.
Em sua publicação, Pastor Eurico reforçou que estava no exercício de sua função parlamentar dentro da Câmara dos Deputados e amparado pela Constituição Federal. Ele citou o artigo 53, que garante inviolabilidade civil e penal para as opiniões, palavras e votos dos parlamentares, como base para sua defesa.
O deputado também afirmou que suas declarações tinham como objetivo defender a vida e as mulheres que, segundo ele, são frequentemente atacadas no Legislativo por defenderem pautas conservadoras, uma posição com a qual ele se identifica.
A decisão que favoreceu Pastor Eurico foi tomada pela Turma Recursal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, composta pelos juízes Edi Maria Coutinho Bizzi (relatora), Daniel Felipe Machado (1º vogal) e Marco Antonio do Amaral (2º vogal). A turma rejeitou os embargos de declaração apresentados pela parte autora e manteve a sentença de primeiro grau, que havia julgado improcedente o pedido de condenação por danos morais.
Em sua publicação, o deputado expressou sua satisfação com a decisão.
"Vitória minha e de vocês", afirmou, agradecendo aos seus apoiadores.
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Segundo as investigações, o homem atraía as vítimas para tomar um drink depois do trabalho. No encontro, ele as dopava misturando substâncias em bebidas.
Ele estava internado no Hospital João XXIII, quando atentou contra a própria vida enquanto estava custodiado pela polícia.
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