Em 2023, o desfile teve um custo de R$ 3 milhões e atraiu cerca de 30 mil espectadores. Este ano, com uma celebração menor, é esperado que o público também seja reduzido.
Lula e Janja em evento do 7 de setembro. Foto: Ricardo Stuckert/PR
Em Brasília, no Distrito Federal, o desfile do 7 de setembro, que comemora o Dia da Independência do Brasil poderá ter cerimônia mais simples devido a falta de verba. As informações foram divulgadas pelo colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo.De acordo com o colunista, a comemoração não deverá ter a Esquadrilha da Fumaça, da Força Aérea Brasileira (FAB).
A falta de recursos é atribuída aos cortes orçamentários, que causaram o bloqueio de R$ 280 milhões para o Ministério da Defesa neste ano. Conforme relatado, o governo está buscando alcançar um “equilíbrio fiscal”.
Em 2023, o desfile teve um custo de R$ 3 milhões e atraiu cerca de 30 mil espectadores. Este ano, com uma celebração menor, é esperado que o público também seja reduzido.
Os ministérios da Fazenda e do Planejamento do governo Lula anunciaram nesta sexta-feira, 22, um bloqueio de R$ 2,9 bilhões em despesas discricionárias no Orçamento deste ano para cumprir o limite de gastos do novo arcabouço fiscal.
O valor do bloqueio já havia sido antecipado pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
O volume é equivalente a 1,42% das despesas discricionárias do Executivo para esse ano.
O Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do 1º bimestre também revisou a estimativa do resultado primário para 2024 para déficit de R$ 9,3 bilhões.
A meta de resultado primário do Governo Central deste ano é de resultado neutro, de 0% do PIB, conforme estabelecido pelo novo arcabouço fiscal.
O Orçamento proposto pelo governo Lula previa um pequeno superávit de R$ 2,8 bilhões, mas no documento divulgado pelo Planejamento nesta manhã, esse número havia sido elevado para R$ 9,1 bilhões
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O placar parcial do julgamento ficou em 4 votos a 3 a favor da análise separada sobre a conduta de Moraes e os atos praticados pelo então relator do caso Master.
Do total, R$ 114 milhões irão para segurança pública, incluindo a aquisição de veículos blindados. Os R$ 39 milhões restantes serão destinados à Controladoria-Geral do Estado.
O petista também defendeu o estabelecimento de "critérios de moralização", declarando que membros do Judiciário não podem querer enriquecer e nem ter parentes advogando em processos relacionados ao STF
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