Bolsonaro tentou romper tornozeleira eletrônica. (Fotos: Divulgação e Reprodução/ Redes Sociais)
Pesquisa do instituto Datafolha, divulgada no domingo, 7 de dezembro, mostrou que 54% dos brasileiros acreditam que o ex-presidente Jair Bolsonaro preparava uma fuga, motivo pelo qual teria danificado a tornozeleira eletrônica que utilizava.
Outros 33% concordam com a versão apresentada pelo ex-presidente, que atribui o episódio a um surto paranoico. Já 13% dos entrevistados não souberam opinar.
O levantamento ouviu 2.002 eleitores em 113 municípios entre os dias 2 e 4 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
De acordo com a Folha de S. Paulo, a desconfiança sobre uma tentativa de fuga é maior entre jovens de 16 a 24 anos (60%). No recorte político, o jornal aponta que acreditam que a violação da tornozeleira ocorreu por um surto:
Por outro lado, creem na hipótese de tentativa de fuga:
No recorte econômico, a percepção de que houve um surto é mais forte entre 40% dos mais ricos.
A divisão regional também mostra contrastes: enquanto 40% dos moradores do Sul e do Norte/Centro-Oeste atribuem o episódio a um surto, 61% dos nordestinos avaliam que Bolsonaro tentava fugir.
Em vídeo divulgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), mostra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmando a uma agente da Polícia Federal ter utilizado ferro de solda para violar a tornozeleira eletrônica na madrugada (confira o vídeo abaixo).
Segundo a corporação, o alarme da tornozeleira disparou às 0h07. Imediatamente, a equipe que faz a segurança de Bolsonaro foi acionada pela Secretaria de Administração Penitenciária do governo do Distrito Federal, responsável pelo aparelho.
A chamada foi feita pela Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape-DF), órgão responsável pelo monitoramento do dispositivo.
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O membro do Programa do Ratinho, do SBT, pilotava uma motocicleta quando sofreu um mal súbito, fazendo assim perder o controle do automóvel.
Os advogados também requereram mais detalhes sobre as datas das supostas invasões de sistemas de órgãos públicos e remoções de conteúdo em plataformas digitais.
Os quatro réus acusados pelo crime estão presos após se apresentarem à polícia entre a última terça-feira, 3, e esta quarta.
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