Times Square em Nova Yorque. Foto: NYC/Divulgue Nova York
O anúncio do projeto de instalação de um megatelão nos moldes da icônica Times Square de Nova York desencadeou uma disputa inédita entre cidades brasileiras. Capitais como São Paulo, Belo Horizonte e Curitiba e destinos turísticos como Balneário Camboriú e Foz do Iguaçu estão entre os principais interessados em receber o empreendimento, que promete transformar a paisagem urbana e impulsionar o turismo, o comércio e o mercado publicitário local.
Potencial turístico e comercial impulsiona interesse
A proposta, liderada pela empresa paulista Hype, prevê a construção de uma estrutura de 2,2 mil metros quadrados de painéis de LED em um edifício de 125 metros de altura, tornando-se a maior tela de publicidade digital da América Latina. O projeto, batizado de “1ª Times Square brasileira”, deve receber um investimento inicial de R$ 250 milhões. Diante disso, cidades têm apresentado argumentos que vão desde a vocação turística até a capacidade de atrair grandes eventos e fluxos de visitantes.
São Paulo e Balneário Camboriú lideram preferência do mercado
Segundo especialistas do setor imobiliário e de entretenimento, São Paulo surge como favorita pela tradição de abrigar grandes eventos, marcas internacionais e uma intensa vida noturna. Contudo, Balneário Camboriú, em Santa Catarina, aposta na visibilidade nacional e internacional de seu skyline e na forte presença de turistas argentinos, paraguaios e uruguaios durante o verão. Já Belo Horizonte e Curitiba argumentam que suas regiões centrais oferecem infraestrutura moderna e fácil acesso a aeroportos, o que favorece o fluxo de negócios e visitantes.
Impacto na economia e transformação urbana
A expectativa é que o megatelão funcione como polo de entretenimento, turismo e publicidade, atraindo marcas, shows e eventos de grande porte. Além disso, o projeto deve criar empregos diretos e indiretos, movimentando setores como hotelaria, gastronomia, tecnologia e construção civil. Em cidades litorâneas, como Balneário Camboriú, a atração pode fortalecer a sazonalidade do turismo, gerando fluxo de visitantes ao longo de todo o ano.
Próximos passos na disputa pela “Times Square nacional”
O processo de seleção da cidade-sede deve considerar critérios como potencial de retorno financeiro, apoio do poder público, impacto ambiental e aceitação popular. Enquanto isso, prefeituras e representantes do setor privado seguem articulando propostas para garantir a vitória na disputa, com a expectativa de que o projeto seja anunciado ainda em 2025 e as obras comecem em 2026.
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