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CASO GRIZTBACH: saiba o que o empresario teria delatado antes de ser assassinado pelo PCC

O empresário, de 38 anos, foi morto com um tiro de fuzil na cabeça enquanto tentava embarcar para um voo no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

Cami Cardoso

09 de novembro de 2024 às 11:02   - Atualizado às 11:43

CASO GRIZTBACH: saiba o que o empresario teria delatado antes de ser assassinado pelo PCC

CASO GRIZTBACH: saiba o que o empresario teria delatado antes de ser assassinado pelo PCC Foto: Câmera Record / Reprodução

Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, de 38 anos, foi assassinado dentro do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na tarde de sexta-feira, 8 de novembro, em um ataque orquestrado pelo PCC. Ele havia revelado anteriormente à polícia que estava sendo ameaçado pela facção e temia por sua vida.

Gritzbach havia fechado um acordo de delação premiada com o Ministério Público de São Paulo e, em seus relatos, falou sobre lavagem de dinheiro para Anselmo Santa Fausta, o Cara Preta, e Claudio Marcos de Almeida, conhecido como Django. Ambos eram sócios da empresa de ônibus UpBus, responsável pelas linhas da zona leste da capital, e se tornaram alvo da polícia por uma suposta ligação com o PCC.

O Cara Preta era membro do alto escalão do PCC e suspeito de movimentar até R$ 200 milhões. Os investigadores atribuem a morte de Gritzbach a um desentendimento entre os dois, após ele ter sido apontado durante a delação. O MPSP afirma que o empresário teria mandado matar o traficante após ser cobrado por investimentos em criptomoedas.

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Ao ser preso, Vinícius explicou que conhecia os dois como bicheiros e empresários de atletas de futebol. Além disso, negou ser o mandante do crime. Gritzbach também afirmou que, após a morte do Cara Preta, foi chamado a uma casa no bairro do Tatuapé, onde foi ameaçado por Django e seus capangas. Um deles teria dito que esquartejaria o empresário.

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Vinícius Gritzbach contou, antes de ser assassinado, que ficou cerca de 21 dias recluso por temer pela própria vida, pois ouvia, de forma recorrente, informações de que havia sido condenado à morte pelo tribunal do crime do PCC.

Após esses relatos, o empresário negociou um acordo de delação premiada com o MPSP, homologado apenas dois anos depois. O acordo resultou em provas que permitiram à Promotoria denunciar Django por lavagem de dinheiro com imóveis.

Na época, ele entregou mensagens, certidões e trocas de e-mails que detalhavam os pagamentos milionários feitos em dinheiro vivo e a aquisição de apartamentos em nome de laranjas do PCC.

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