Segundo informações divulgado nesta quinta-feira, 1.º de maio, o ex-presidente segue estável clinicamente, sem dor ou febre e com pressão arterial controlada.
01 de maio de 2025 às 14:36 - Atualizado às 14:36
Bolsonaro deixa UTI e permanece internado, sem previsão de alta hospitalar. Foto: Reprodução/ Instagram
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na quarta-feira, 30, e segue internado em um quarto no Hospital DF Star, em Brasília.
Segundo o boletim médico divulgado nesta quinta-feira, 1.º, o ex-presidente segue estável clinicamente, sem dor ou febre e com pressão arterial controlada. Apesar da melhora e da saída da UTI, ainda não há previsão de alta e as visitas seguem não sendo recomendadas pelos médicos.
Bolsonaro está no hospital desde o dia 13 do mês passado, quando foi submetido a uma cirurgia que durou 12 horas para retirar aderências no intestino e reconstruir a parede abdominal. O procedimento foi realizado após ele passar mal, no dia 11, em uma agenda no interior do Rio Grande do Norte.
No total, o ex-presidente passou 18 dias na UTI, e só voltou a se alimentar pela via oral nesta terça-feira, 29. No mesmo dia, à tarde, ele retirou a sonda nasogástrica e postou um vídeo do instrumento sendo puxado de seu nariz pelo médico.
Apesar das informações oficiais serem divulgadas apenas por boletins médicos, Bolsonaro e familiares publicizaram todo o tratamento, incluindo fotos do ex-presidente sem camisa e com os pontos à mostra.
Também durante a internação na UTI, ele recebeu visitas de correligionários e apoiadores, concedeu entrevista à televisão, participou de uma live e foi intimado por uma oficial de Justiça
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) criticou as decisões que o tornaram inelegível por oito anos. No dia 6 de março, Bolsonaro afirmou que só indicaria outro candidato às eleições presidenciais de 2026 "depois de morto".
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tornou Bolsonaro inelegível até 2030, ao julgar acusações de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.
"Eu não participar [do pleito] é uma negação à democracia. Só depois de morto eu indico outro candidato. Se tivesse um motivo justo, eu nem estaria falando com vocês aqui, arrumaria uma maneira de fugir", disse ele à imprensa, após desembarcar no Aeroporto de Brasília.
O ex-presidente ressaltou que não acredita estar atrapalhando a direita ao não indicar algum outro candidato, e que considera que vários partidos têm condição de lançar nomes para a disputa presidencial.
"Cada partido que se apresente, lance o candidato, comece a andar pelo Brasil, como eu fiz", afirmou.
Em fevereiro, seu filho mais velho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), admitiu que existem nomes da direita que poderiam encabeçar uma candidatura alternativa à do pai.
Segundo Flávio, presidentes de partidos estariam sondando ele próprio e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) como alguns dos quadros viáveis. Outros procurados seriam os governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos); de Goiás, Ronaldo Caiado (União); de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo); e do Paraná, Ratinho Júnior (PSD).
Caiado, que também está inelegível, marcou para o dia 4 de abril um evento de lançamento de sua pré-candidatura. Ele cogita a possibilidade de formar uma chapa com o cantor Gusttavo Lima, mas disse que a decisão será tomada em 2026.
Em janeiro, Bolsonaro já ponderou sobre uma possível candidatura de Michelle, Flávio ou de seu outro filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Na ocasião, ele disse que uma eleição sem sua presença seria "parecida com a da Venezuela".
Estadão Conteúdo
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