O caso aconteceu durante uma confraternização natalina. Após consumirem o bolo, cinco pessoas passaram mal. Duas mulheres faleceram no mesmo dia, e a terceira morte foi confirmada horas depois.
Bolo envenenado e autora do crime. Fotos: Divulgação e Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
No domingo, 5 de janeiro, a polícia prendeu Deise Moura dos Anjos, acusada de envenenar um bolo consumido por uma família na cidade de Torres, no litoral do Rio Grande do Sul. O crime, ocorrido na noite de Natal, resultou na morte de três mulheres.
A suspeita, identificada como nora de Zeli dos Anjos, de 60 anos, foi detida sob acusações de triplo homicídio duplamente qualificado e tentativa de triplo homicídio. Zeli, que preparou o bolo envenenado sem saber, também foi intoxicada. Ela permanece internada na UTI, em estado de choque.
O incidente aconteceu durante uma confraternização natalina. Após consumirem o bolo, cinco pessoas passaram mal. Duas mulheres faleceram no mesmo dia, e a terceira morte foi confirmada horas depois.
Entre as vítimas, um menino de 10 anos, sobrinho-neto de Zeli, foi levado à UTI após a intoxicação. Atualmente, ele está na ala pediátrica em observação, com quadro considerado estável.
A Polícia Civil conduz as investigações e aguarda os laudos toxicológicos para determinar a substância exata utilizada no envenenamento. No entanto, análises preliminares indicaram a presença de arsênio no sangue das vítimas fatais.
Os exames realizados no Hospital Nossa Senhora dos Navegantes confirmaram a presença de arsênio, substância extremamente tóxica e potencialmente letal, no sangue das vítimas, conforme apuração da RBS TV.
A fatalidade teve início na tarde de segunda-feira, 23 de dezembro, quando cinco pessoas participaram de um café em família e consumiram o bolo. As primeiras complicações começaram horas depois, com quatro mulheres e a criança buscando atendimento médico. Duas delas faleceram ainda na madrugada do dia 24, enquanto a terceira morte foi confirmada à noite.
Entre os sobreviventes estão a mulher que preparou o bolo e seu sobrinho-neto, de 10 anos. Ambas as vítimas seguem internadas no Hospital Nossa Senhora dos Navegantes. De acordo com o boletim médico mais recente, a mulher permanece em estado grave, enquanto a criança, atendida na sala vermelha, apresenta um quadro considerado "clinicamente estável".
Os exames laboratoriais revelaram que a maior concentração de arsênio foi encontrada no sangue da mulher que preparou o bolo. Segundo o delegado responsável pelo caso, Marcos Vinícius Veloso, ela teria sido a única pessoa a consumir duas fatias do alimento. As investigações agora seguem para determinar se o caso foi resultado de envenenamento intencional ou de uma intoxicação alimentar acidental.
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Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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