Bastidores do filme sobre Bolsonaro são marcados por denúncias de agressões e salários atrasados Foto: Agência Brasil e Reprodução
Os bastidores do filme Dark Horse, que promete contar a trajetória de Bolsonaro na política, estão gerando polêmica antes mesmo de a produção ficar pronta. Durante as gravações do longa, o Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado de São Paulo (Sated-SP) recebeu denúncias de agressões, atrasos de pagamento e fornecimento de refeições estragadas para atores e figurantes.
“Oficializadas, foram 15 denúncias. Fora o que chegou para mim por rede social, via direct do Instagram, WhatsApp do Sated, no meu WhatsApp, no da vice-presidente. Vieram denúncias de pessoas que estavam trabalhando em diferentes cargos: figuração, pessoas que estavam no elenco, na técnica, de muitas vias”, afirma Rita Teles, presidente do Sated-SP.
Segundo o Sated-SP, um ator relatou ter sido agredido durante uma gravação no Memorial da América Latina, no dia 21 de novembro. De acordo com seu relato, ele foi retirado do set aos tapas e socos por ter entrado no local com celular.
“Acionamos o Ministério do Trabalho para acompanhar, mas infelizmente não tivemos resposta em tempo hábil. Produção internacional nenhuma pode chegar a um país e trabalhar como bem entende”, destaca.
O ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, se tornou enredo de um filme que deverá chegar aos cinemas em 2026. A produção, nomeada Dark Horse, ou O Azarão, em tradução livre, deve retratar a campanha presidencial de 2018, com destaque para o atentado sofrido quando ele era candidato.
O ator responsável por interpretar Bolsonaro na trama será Jim Caviezel, mundialmente conhecido por interpretar Jesus Cristo no filme A Paixão de Cristo. O longa também promete apresentar uma narrativa no estilo “jornada do herói” e tem seu roteiro assinado pelo deputado federal Mario Frias (PL-SP).
Seu filho, Flávio Bolsonaro, será interpretado pelo ator mexicano Marcos Ornellas, enquanto o brasileiro Sérgio Barreto dará vida a Carlos Bolsonaro. No papel de Eduardo Bolsonaro estará o americano Eddie Finlay. As atrizes responsáveis por interpretar Michelle e Laura Bolsonaro ainda não foram divulgadas.
O filme sobre Jair Bolsonaro vem sendo produzido em sigilo e deve chegar aos cinemas em 2026, seguindo uma proposta narrativa baseada na chamada “jornada do herói”. Segundo o Estadão, a ideia é apresentar o ex-presidente como um “vencedor improvável” até sua chegada ao Palácio do Planalto.
A direção está a cargo de Cyrus Nowrasteh, profissional reconhecido por trabalhos na televisão norte-americana e por participações no teatro, além da colaboração no longa brasileiro “Jenipapo”, de 1995.
O roteiro ficou sob responsabilidade do deputado federal e ex-ator Mario Frias (PL-SP). O protagonista será Jim Caviezel, ator norte-americano que ganhou fama internacional ao interpretar Jesus em “A Paixão de Cristo”, e que já se envolveu em posições contrárias às vacinas e teorias conspiratórias sobre uma suposta “elite global”.
A produção também confirmou parte do elenco que dará vida aos filhos de Bolsonaro. Marcus Ornellas, ator mexicano, foi escolhido para interpretar Flávio Bolsonaro, enquanto o brasileiro Sérgio Barreto assumirá o papel de Carlos Bolsonaro.
O norte-americano Eddie Finlay completará o trio, interpretando Eduardo Bolsonaro. Já os nomes das atrizes escaladas para representar Michelle Bolsonaro e Laura Bolsonaro continuam em sigilo. As filmagens acontecem entre São Paulo, México e Estados Unidos, reforçando o caráter reservado do projeto.
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