Andressa Urach diz que vai ser "a pastora das gays" e afirma que "Jesus manda no diabo" Foto: Reprodução / Internet
A modelo Andressa Urach voltou a gerar polêmica ao participar do programa De Frente com a Blogueirinha, transmitido pelo canal DiaTV no YouTube, nesta segunda-feira, 21 de julho. Conhecida por suas declarações polêmicas, ela abordou temas religiosos e espirituais de forma inusitada, rompendo com conceitos tradicionais do cristianismo.
Durante a entrevista, Urach afirmou acreditar que terá um papel espiritual voltado à comunidade LGBTQIA+. “Eu ainda acredito que vou ser a pastora das gays, entendeu? Vou salvar todas as gays, vou estar no paraíso lá, de silicone, entendeu? Chupando neca (...). Porque essa é a minha fé”, declarou.
Além disso, a influenciadora compartilhou sua interpretação sobre a espiritualidade das pessoas LGBTQIA+, dizendo que “os gays são anjos de Deus” por enfrentarem rejeição desde o nascimento. Para ela, a exclusão sofrida por esse grupo revela uma missão divina.
Em outro momento, Urach apresentou uma visão particular sobre a dinâmica entre Deus e o diabo. “O diabo não faz porra nenhuma. Quem faz é Deus. O diabo trabalha para Deus. Jesus manda no diabo, e ele fica bem quietinho”, afirmou, desafiando noções comuns entre denominações cristãs.
As falas da ex-membro da Igreja Universal do Reino de Deus repercutiram nas redes sociais e chamaram atenção pelo uso de linguagem explícita e pela mistura de experiências pessoais com referências religiosas, evidenciando um sincretismo que foge dos dogmas tradicionais.
Andressa Urach integrou a Igreja Universal por aproximadamente seis anos, entre 2015 e 2020. Nesse período, esteve fortemente envolvida com a fé neopentecostal, mas acabou se afastando da instituição após desentendimentos públicos e divergências com a liderança da igreja.
1
2
3
18:52, 05 Mar
26
°c
Fonte: OpenWeather
O membro do Programa do Ratinho, do SBT, pilotava uma motocicleta quando sofreu um mal súbito, fazendo assim perder o controle do automóvel.
Os advogados também requereram mais detalhes sobre as datas das supostas invasões de sistemas de órgãos públicos e remoções de conteúdo em plataformas digitais.
Os quatro réus acusados pelo crime estão presos após se apresentarem à polícia entre a última terça-feira, 3, e esta quarta.
mais notícias
+