Imagem ilustrativa de Trump apertando a mão de Bolsonaro e ao lado o ministro Alexandre de Mroaes. Foto 1: Alan Santos/Presidência da República; Foto 2: Antonio Augusto/STF
O governo dos Estados Unidos criticou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que ordenou a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro no sábado, 22 de novembro. O vice-secretário de Estado do Governo Trump, Christopher Landau, afirmou que a medida é “provocativa e desnecessária” e expressou preocupação com o impacto político da decisão no Brasil.
Landau, que ocupa o segundo cargo mais importante do Departamento de Estado, publicou nas redes sociais uma mensagem direta ao ministro Alexandre de Moraes, responsável pela ordem de prisão. Segundo ele, a detenção “representa um novo ataque ao Estado de Direito e à estabilidade política no Brasil”.
O diplomata disse que Bolsonaro já cumpria prisão domiciliar com monitoramento rígido, o que, na visão dele, tornava a prisão preventiva desnecessária. Landau ainda declarou que “não há nada mais perigoso para a democracia do que um juiz que não conhece limites para seu poder”.
A reação veio após Moraes decretar a prisão preventiva de Bolsonaro ao tomar conhecimento da tentativa do ex-presidente de danificar a tornozeleira eletrônica. O dispositivo, usado para monitoramento, passou por troca na madrugada, depois que Bolsonaro admitiu ter provocado o dano com um ferro de solda. Moraes também apontou risco de fuga e citou movimentações atípicas na residência do ex-presidente.
As declarações de Landau não surgem isoladamente. O diplomata mantém críticas constantes ao ministro do STF e já se envolveu em outros episódios desde que Bolsonaro se tornou alvo de investigações no Brasil.
Em agosto, quando Moraes impôs prisão domiciliar ao ex-presidente, Landau afirmou que o ministro estava “arrastando o Brasil para uma ditadura judicial”. No mês seguinte, após o STF condenar Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão pela tentativa de golpe, ele declarou que Moraes havia “desmantelado o Estado de Direito” e provocado o pior momento nas relações entre Brasil e Estados Unidos “em dois séculos”.
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