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Vereadora do PT Recife chama PL de "Partido de Ladrão" e diz que Bolsonaro acobertou fraudes no INSS

Liana Cirne se posicionou contra um Voto de Aplausos para os deputados que assinaram a CPI do INSS e defendeu a atuação de Lula no combate às irregularidades.

Everthon Santos

01 de julho de 2025 às 10:25   - Atualizado às 11:12

Vereadora Liana Cirne e ex presidente Bolsonaro.

Vereadora Liana Cirne e ex presidente Bolsonaro. Foto: Divulgação

Durante a sessão plenária da Câmara Municipal do Recife na segunda-feira, 30 de junho, a vereadora Liana Cirne (PT) fez críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e chamou partido do qual ele faz parte de "Partido de Ladrão".

Em seu discurso, Liana Cirne chamou o PL de “Partido de Ladrão” e posicionou-se contra a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) Mista para investigar fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A declaração foi feita durante discussão sobre um Voto de Aplauso para deputados e senadores que assinaram o pedido de CPI.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

A vereadora afirmou que as fraudes no INSS não começaram no atual governo, mas que o então presidente Jair Bolsonaro teria sido alertado formalmente sobre o problema.

Segundo a parlamentar, um ofício enviado pelo Procon, durante a gestão passada, denunciava irregularidades no órgão. Ainda conforme seu relato, Bolsonaro teria rasgado o documento e dito que “sempre houve fraudes no INSS”.

Liana Cirne ressaltou que, diferente de Bolsonaro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tomou uma atitude concreta ao determinar que a Polícia Federal conduzisse investigações para apurar o caso.

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Para a vereadora, a decisão demonstra o compromisso do atual governo com a transparência e o combate às irregularidades dentro da estrutura federal.

Ao se referir à CPI aprovada por deputados e senadores, a vereadora afirmou que não se trata de um esforço legítimo de fiscalização. Segundo ela, a comissão teria como verdadeiro objetivo desgastar a imagem do governo federal.

“Essa CPI é uma manobra política, uma tentativa de manchar o governo Lula, que, na verdade, foi o único a tomar providências reais contra as fraudes”, argumentou.

Durante seu pronunciamento, Liana também reforçou que não considera a investigação parlamentar como uma medida imparcial.

“Se fosse uma CPI séria, ela teria sido criada ainda no governo anterior, quando o problema foi ignorado. Lula é o responsável por acabar com a fraude”, disse.

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