Flavio Bolsonaro,Valdemar Costa Neto e Jair Bolsonaro. Foto: Divulgação
O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, defendeu nesta quarta-feira, 11, que a chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República tenha uma mulher como vice.
Em entrevista à GloboNews, ele voltou a citar a senadora Tereza Cristina (PP-MS) como nome de sua preferência para a vaga.
A ex-ministra da Agricultura já havia sido defendida por ele na eleição de 2022, quando Jair Bolsonaro disputou a reeleição.
Ao comentar o cenário sucessório, Valdemar traçou diferenças entre Bolsonaro e o filho. Segundo ele, Flávio tem perfil mais conciliador e maior disposição ao diálogo.
"O Flávio é mais paciente, conversa mais. Nós tivemos muita dificuldade no passado para conversar com o Bolsonaro. Tem assunto que ele não queria conversar, como é o caso do vice. O Braga Netto é um homem honesto e de bem, mas não dava um voto para o Bolsonaro", disse, sobre o vice na chapa do ex-presidente em 2022.
O dirigente partidário reafirmou apoio à tentativa de reeleição do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), mas afirmou que pretende pleitear para o PL a vaga de vice na chapa, atualmente ocupada pelo PSD.
"Vou pedir essa vaga para ele. Porque quem manda na vaga é ele, mas o Tarcísio tinha uma situação. Ele tinha dito que se fosse candidato a presidente da República viria para o PL", declarou.
Sobre a disputa ao Senado por São Paulo, o dirigente indicou que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) terá influência na definição de um dos nomes, já que a vaga seria originalmente destinada a ele. Entre os possíveis candidatos mencionados estão os deputados federais Marco Feliciano (PL-SP) e Cezinha de Madureira (PSD-SP), o deputado estadual Gil Diniz (PL) e o ex-secretário de Cultura Mário Frias.
Como mostrou o Estadão, Gil Diniz já enfrentou resistência no entorno do governador. Tarcísio atuou nos bastidores da Assembleia Legislativa para evitar que o parlamentar assumisse a liderança do PL na Casa.
Estadão Conteúdo
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Após intermediação do MPT, ficou acertado entre a empresa e a CNTC que cada trabalhador receberá R$ 7,5 mil, pagamento de aviso prévio, multa de 40% sobre o FGTS, além de comissões.
Levantamento aponta empate técnico entre os candidatos; nos votos válidos, senador tem 51%, contra 49% do atual presidente.
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