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Túlio Gadelha chama Eduardo Bolsonaro de terrorista e diz que ele age como se Brasil fosse seu refém

Vivendo nos Estados Unidos, onde diz atuar para impor sanções contra o STF por causa das investigações contra Bolsonaro, Eduardo publicou uma nota, intitulada "uma hora a conta chega".

Jameson Ramos

10 de julho de 2025 às 12:55   - Atualizado às 12:55

Os deputados Túlio Gadelha e Eduardo Bolsonaro.

Os deputados Túlio Gadelha e Eduardo Bolsonaro. Foto: Montagem Portal/Divulgação/Câmara dos Deputados.

O deputado federal Túlio Gadelha (Rede) afirmou, por meio de suas redes sociais, que o deputado federal licenciado, Eduardo Bolsonaro, está agindo - após o presidente dos EUA, Donald Trump, taxar o Brasil em 50% -, como se "estivesse com uma arma apontada para o refém".

"Perdeu a noção! Eduardo Bolsonaro fala como se ele fosse um sequestrador e estivesse com uma arma apontada para seu refém, o Brasil. Coloca até suas condições: anistia ao pai, aos golpistas e ainda pede 'a cabeça' de Alexandre de Moraes. Até prazo o terrorista estabeleceu, 21 dias", escreveu o parlamentar.

Túlio se refere a "carta" lida por Eduardo Bolsonaro aos brasileiros, defendendo as taxas impostas pelo presidente norte-americano, Donald Trump, ao Brasil.

Vivendo nos Estados Unidos, onde diz atuar para impor sanções contra o STF por causa das investigações contra Bolsonaro, Eduardo publicou uma nota, intitulada "Uma hora a conta chega" apelando para que as autoridades brasileiras "evitem escalar o conflito e adotem uma saída institucional que restaure as liberdades".

"Cabe ao Congresso liderar esse processo, começando com uma anistia ampla, geral e irrestrita, seguida de uma nova legislação que garanta a liberdade de expressão - especialmente online - e a responsabilização dos agentes públicos que abusaram do poder”, disse Eduardo.

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“Sem essas medidas urgentes, a situação tende a se agravar - especialmente para certos indivíduos e seus sustentadores. Restam três semanas para evitar um desastre. É hora dos responsáveis colocarem fim a essa aventura autoritária", escreveu o deputado, junto do comunicador Paulo Figueiredo, que também mora nos Estados Unidos.

Ele argumenta que o Supremo Tribunal Federal (STF) e o ministro Alexandre de Moraes vêm, em suas palavras, colecionando violações de direitos humanos, e chama o julgamento contra Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado na corte de "farsa". Para ele, Trump enxergou a suposta derrocada democrática e tem agido para punir o País.

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