Donald Trump e Jair Bolsonaro. Foto: Alan Santos/PR
A possibilidade de uma visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estaria sendo articulada nos bastidores, segundo informações da colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo.
Segundo ela, a ideia estaria sendo organizada pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e pelo jornalista Paulo Figueiredo.
Questionado pela colunista, Figueiredo afirmou não ter comentários a fazer. O tema ganhou repercussão após Fábio Wajngarten, ex-secretário de Comunicação do governo Bolsonaro, publicar no X (antigo Twitter) uma mensagem sugerindo uma visita de Trump ao Brasil.
"Nada vence o próprio testemunho. Que tal uma visita do Donald Trump ao presidente Jair Bolsonaro na sua casa para que ambos evidenciem uma “química perfeita”, atualizando a prosa? Obviamente a Corte e os advogados do presidente seriam consultados com antecedência. Fica a dica" escreveu.
Em conversa com a coluna, Wajngarten avaliou que uma vinda do republicano seria “oportuna”, permitindo que Bolsonaro atualizasse o aliado sobre seu estado de saúde e relembrasse as sequelas do atentado à faca de 2018. Ele destacou, no entanto, que a postagem foi apenas uma opinião pessoal, sem relação com negociações concretas.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, voltou a ameaçar o Brasil com mais sanções em meio a renovadas críticas ao Judiciário brasileiro.
Na visão dele, a condenação do ex-presidente da República Jair Bolsonaro é mais um capítulo de uma "campanha crescente de opressão judicial", e os EUA darão uma resposta nos próximos dias.
"Portanto, haverá uma resposta dos EUA a isso, e é isso - teremos alguns anúncios na próxima semana ou algo assim sobre quais medidas adicionais pretendemos tomar", disse Rubio, em entrevista à Fox News, nesta segunda-feira, 15.
O secretário de Trump, porém, não deu pistas sobre quais sanções os EUA estudam adotar contra o Brasil.
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A nova rodada de votações está marcada para acontecer no dia 25 de outubro.
Na disputa pelo governo estadual, Raquel Lyra (PSD) recebeu 10.456 votos no município, o equivalente a 55,09% dos votos válidos.
A deputada federal recebeu 110.610 votos para a Câmara dos Deputados, enquanto Pastor obteve 75.534 votos na disputa por uma vaga na Alepe.
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