Trumo com Lula e com Milei. Foto: Divulgação
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu ampliar o grupo de países convidados a integrar o chamado “Conselho da Paz”, órgão criado pelo governo norte-americano com o objetivo de conduzir a transição política, a segurança e a reconstrução da Faixa de Gaza após os meses mais intensos do conflito.
Entre os novos convidados está o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que recebeu o convite por meio da Embaixada do Brasil em Washington na última sexta-feira, dia 16 de janeiro. Até o momento, o governo brasileiro ainda não apresentou uma resposta oficial.
A iniciativa partiu diretamente da Casa Branca e busca envolver líderes de diferentes regiões do mundo em uma articulação internacional sobre o futuro do território palestino. Além de Lula, Trump convidou o presidente da Argentina, Javier Milei; o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan; o presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi; e o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney. O grupo reúne chefes de Estado e de governo com influência diplomática e papel relevante em debates globais sobre segurança e política internacional.
O Conselho da Paz surge em um momento considerado estratégico pelos Estados Unidos. O governo Trump lançou recentemente a chamada “Fase Dois” de um plano de 20 pontos voltado para encerrar o conflito em Gaza. Segundo autoridades norte-americanas, essa nova etapa deixa de concentrar esforços apenas no cessar-fogo e passa a priorizar a reorganização política do território, a segurança interna e a criação de um modelo de governança transitória.
O enviado especial dos Estados Unidos para o Oriente Médio, Steve Witkoff, afirmou que a estratégia atual busca avançar para a desmilitarização da região e para a instalação de uma administração com perfil técnico. De acordo com ele, essa transição pretende criar condições mínimas de estabilidade para a reconstrução de Gaza e para a retomada de serviços básicos à população local, que enfrenta uma grave crise humanitária.
Dentro desse plano, os Estados Unidos pretendem criar um Comitê Nacional para a Administração de Gaza, identificado pela sigla NCAG. Esse comitê ficaria responsável pela gestão temporária do território durante o período de transição política. A proposta prevê que essa administração atue de forma técnica, sem vínculo direto com grupos armados, enquanto se discute um modelo de governança mais duradouro.
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