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TRUMP ameaça TARIFAR países do BRICS EM 100% se tentarem SUBSTITUIR O DÓLAR como moeda oficial

O Brasil, que assume a presidência do grupo em 2025, pretende acelerar discussões sobre o desenvolvimento de meios de pagamento alternativos.

Ricardo Lélis

30 de novembro de 2024 às 16:58   - Atualizado às 16:58

Donald Trump.

Donald Trump. Foto: Reprodução/Facebook.

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou neste sábado, 30 de novembro, críticas diretas às iniciativas dos países do Brics voltadas à criação de uma nova moeda.

O americano alertou para possíveis tarifas de 100% caso o bloco avance em projetos que desafiem a predominância do dólar americano.  

"Exigimos que esses países se comprometam a não criar uma nova moeda do Brics, nem apoiar qualquer outra moeda que substitua o poderoso dólar americano, caso contrário, eles sofrerão 100% de tarifas e deverão dizer adeus às vendas para a maravilhosa economia norte-americana", declarou Trump em sua rede social, Truth Social.  

O Brics, que desde janeiro conta com dez membros plenos — Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Irã, Arábia Saudita, Egito, Etiópia e Emirados Árabes Unidos — tem explorado formas de reduzir a dependência do dólar em transações comerciais.  

Em outubro, durante uma reunião de cúpula em Kazan, na Rússia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reafirmou a importância de mecanismos alternativos, como o uso de moedas locais, para fortalecer as relações econômicas entre os países membros.  

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O Brasil, que assume a presidência do Brics em 2025, pretende acelerar discussões sobre o desenvolvimento de meios de pagamento alternativos e ampliar a atuação do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), presidido por Dilma Rousseff.  

Até o momento, nem a Presidência da República do Brasil nem o Ministério das Relações Exteriores comentaram as declarações de Trump.

Bolsonaro aposta em influência de Trump

O ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL) quer retornar ao poder. Para alcançar tal objetivo, aposta no apoio do presidente eleito nos Estados Unidos, Donald Trump, que, acredita ele, poderá ajudá-lo através de sanções econômicas impostas contra o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

Proibido de concorrer a cargos públicos até 2030 e enfrentando acusações criminais por supostamente tramar um golpe, Bolsonaro disse, em entrevista ao The Wall Street Journal, que vê a eleição de Trump como uma virada de jogo para seu futuro e para os políticos de direita na América Latina.

Os esquerdistas venceram recentemente as eleições presidenciais no México e no Uruguai e governam a maioria dos grandes países latinos.

"Trump está de volta, e é um sinal de que nós também voltaremos", avaliou.

Ladeado por dois congressistas aliados em um escritório do PL fortemente protegido e coberto com fotos de comícios recentes, em Brasília, Bolsonaro disse que ele e seu filho, Eduardo Bolsonaro, estavam em contato próximo com o novo governo dos EUA desde a eleição de 5 de novembro.

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