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Humberto Costa diz que Tarcísio e Zema deram um "tiro no pé" ao comemorarem vitória de Trump

De acordo com o petista, São Paulo e Minas serão os mais prejudicados com a medida imposta pelo presidente norte-americano, defendido pelos governadores aliados de Jair Bolsonaro.

Jameson Ramos

11 de julho de 2025 às 12:41   - Atualizado às 12:43

Senador Humberto Costa e os governadores Romeu Zema e Tarcísio de Freitas.

Senador Humberto Costa e os governadores Romeu Zema e Tarcísio de Freitas. Foto: Montagem Portal de Prefeitura/Câmara dos Deputados/Reprodução

O senador Humberto Costa (PT) afirmou que os governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Romeu Zema (Novo), que comandam os estados de São Paulo e Minas Gerais, respectivamente, deram um "tiro no pé" ao comemorarem a vitória de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, porque hoje eles estão vendo o norte-americano prejudicando “o seu povo”. 

De acordo com o petista, São Paulo e Minas serão os mais prejudicados com a medida imposta pelo presidente norte-americano.

“O governador Tarcísio, de São Paulo, e o governador Zema, de Minas Gerais, deram um tiro no pé porque, na verdade, os estados mais prejudicados com essas decisões tomadas por Trump e que querem favorecer Bolsonaro são esses dois estados. Boa parte da indústria que produz com valor agregado nos seus produtos estão nesses dois estados. Boa parte da mineração do Brasil também está nesses dois estados. Portanto, eles com isso atingiram o seu próprio povo, prejudicaram a economia dos seus estados por uma simples deferência em relação ao presidente dos Estados Unidos”, analisou Humberto.

Confira o vídeo:

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Interferência da China

A crise comercial entre Brasil e Estados Unidos ganhou um novo capítulo nesta sexta-feira, 11 de julho, com o pronunciamento oficial do Ministério das Relações Exteriores da China.

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Em coletiva de imprensa, a porta-voz da diplomacia chinesa, Mao Ning, condenou a tarifa de 50% imposta pelo governo do presidente Donald Trump sobre as exportações brasileiras, classificando a medida como uma forma de pressão e interferência internacional.

Mao Ning reforçou que princípios como a igualdade de soberania e a não-intervenção em assuntos internos devem orientar as relações entre os países. De acordo coma porta-voz, as tarifas não podem funcionar como “ferramentas de coerção, intimidação ou interferência”.

A decisão de Trump foi tornada pública após o encerramento da cúpula do BRICS, realizada no Rio de Janeiro. A China, que integra o bloco econômico junto ao Brasil, Rússia, Índia e África do Sul, também teve suas políticas comerciais criticadas pelo Estados Unidoss nos últimos dias.

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